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Economia

Morales e Lula discutirão preço de gás em fevereiro

Arquivo Geral

19/01/2007 0h00

Após a retirada de seis corpos dos escombros do acidente na linha 4 do Metrô em São Paulo, prescription prescription o consórcio responsável pela obra informou, order cialis 40mg nesta sexta-feira, diagnosis que a grua que se encontra no local começará a ser desmontada. O Consórcio Via Amarela, integrado pela empresas Odebrecht, OAS, Queiroz Galvão, Camargo Correa e Andrade Gutierrez, disse em um comunicado que três guindastes e cerca de 30 profissionais serão usados na operação.

"A previsão é que esse trabalho seja totalmente concluído em cerca de cinco dias após o seu início", informa o consórcio, sem especificar a data em que os trabalhos vão começar. O sexto corpo resgatado da cratera que se abriu após o acidente foi o do funcionário público Márcio Rodrigues Alambert, um dos pedestres que passavam pelo local no momento do desabamento, na sexta-feira passada.

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo confirmou que o corpo de Alambert foi resgatado na madrugada de hoje. Também foi confirmada a retirada completa do microônibus engolido pela cratera. Eram estimadas pelo menos seis vítimas.

Ontem, foram localizados dentro do microônibus os corpos de Reinaldo Aparecido Leite, 40, motorista do veículo, e de Wescley Adriano da Silva, 22. O primeiro corpo resgatado foi o da aposentada Abigail Rossi de Azevedo. No mesmo dia, terça-feira, os bombeiros retiraram do microônibus o corpo da advogada Valéria Marmit.  Na quarta-feira, foi encontrado o corpo de Francisco Sabino Torres, motorista de caminhão que trabalhava na obra.

O comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Antônio dos Santos, e o delegado geral de Polícia, Mário Jordão Toledo Leme, informaram que o trabalho dos bombeiros continua na região do acidente, mas agora de forma diferente.

"Continuaremos presentes, agora como observadores", disse o comandante, segundo a Secretaria de Segurança Pública. Uma sétima vítima poderia estar nos escombros. A polícia está fazendo um trabalho de reconstituição dos passos do homem desaparecido, Cícero Augustino da Silva.

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O presidente venezuelano, information pills Hugo Chávez, viagra sale garantiu hoje que é impossível frear sua decisão de não renovar a concessão de um canal de televisão oposicionista ao seu governo e assegurou qu e terão que "derrubá-lo" para evitar que leve adiante a medida.

Em um discurso a vários presidentes sul-americanos durante reunião de cúpula do Mercosul, troche no Rio de Janeiro, o mandatário venezuelano voltou a confirmar o fechamento da RCTV, a qual acusou de "golpista" e "fascista". "Não renovaremos (a lincença), nem que movam céu e terra", assegurou Chávez. "Terão que me derrubar para renovar a concessão", acrescentou.

A decisão provocou uma crise diplomática entre a Organização dos Estados Americanos (OOEA) e Chávez, que lançou duros insultos ao chefe do organismo, José Miguel Insulza, por criticar a medida.

O presidente do Equador, approved Rafael Correa, price afirmou hoje que não solicitou que seu país se torne membro pleno do Mercosul. Ele acrescentou, case durante a cúpula do Mercosul, que esse assunto tem que ser analisado no futuro.

Correa considera mais viável a aproximação do Mercosul com a Comunidade Andina, bloco comercial do qual o Equador é membro pleno. "Em nenhum momento solicitamos a condição de membro pleno. Como associado você não tem todas as vantagens e desvantagens do bloco", disse. "Depois, no futuro, poderemos falar (sobre ser membro pleno)."

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A cidade de Groningen, sale na Holanda, case abriu hoje a primeira farmácia que vende maconha para fins medicinais do país. Para comprar na Cannabis Apotheek, o paciente deve apresentar a receita médica.

A inauguração foi apoiada pela Fundação Maconha Medicinal da Holanda, que acredita que a iniciativa vai facilitar a venda para uso medicinal do produto. A maconha já é vendida livremente em alguns bares do país. A polícia e a população apoiaram a medida.

A Defensoria Pública do Estado de São Paulo deve tentar um acordo extrajudicial com as construtoras que formam o Consórcio Via Amarela, ampoule responsável pelas obras da linha 4 do Metrô de São Paulo, order para indenizar os moradores que tiveram suas casas danificadas ou demolidas em função do desabamento que ocorreu no canteiro de obras da estação Pinheiros, na última sexta-feira.

O grupo de trabalho designado para cuidar do caso reuniu-se com 36 famílias na quarta-feira para buscar informações que servirão para estabelecer os valores que serão pleiteados junto ao consórcio.

De acordo com o defensor público Carlos Herinque Aciron Loureiro, as propostas serão encaminhadas ao Consórcio Via Amarela na próxima semana. Ele disse que o valor das indenizações pelos danos materiais deve ficar em torno do valor de mercado dos imóveis. “Se alguma vítima ou parente de vítima exercer atividade comercial nesse imóvel, o valor também engloba o que ela deixou de aferir em renda por conta do acidente”, esclareceu. Com relação aos danos morais, ele disse que os valores dependem de avaliação pessoal da vítima com relação ao abalo emocional e psicológico sofrido.

No caso daqueles moradores que residiam em um imóvel alugado, os defensores pensam em propor uma indenização que parte da expectativa de continuidade de moradia de acordo com a vigência do contrato. “Ou seja, se ela estava no imóvel há dois ou três meses e tinha a expectativa de permanecer por mais um ano, então pensamos em estabelecer um valor de indenização que envolva esse fator”, informou. Os inquilinos que tiveram a casa interditada ou demolida têm o contrato de locação interrompido automaticamente.

Loureiro disse ainda que a defensoria está atendendo parentes de uma das vítimas fatais do desabamento e nesse caso a indenização envolverá também a pensão mensal vitalícia. “Isso depende da renda que essa pessoa teria com sua atividade comercial, que seria revertida para essa família”. Ele se negou a dizer quem é a vítima, argumentando que esse tipo de informação é sigilosa.

O defensor público alertou que as famílias que estão sendo atendidas não devem assinar nenhum acordo com o Consórcio Via Amarela sem antes procurar a orientação dos advogados. “Nós entraremos em contato com as construtoras na semana que vem e esperamos que os acordos avancem rapidamente”.

Mesmo que o acordo seja feito extrajudicialmente, Loureiro garante que há valor judicial, e caso as empresas não cumpram com sua parte, podem ser acionadas na Justiça. “Nesse caso pode ser feita a penhora de bens das construtoras, que assumiram a responsabilidade pelo defeito da obra”.

Ele lembrou ainda que se o Consórcio Via Amarela não cumprir com a promessa de arcar com as indenizações, como vem dizendo desde o momento em que assumiu a responsabilidade pelo acidente, a expectativa é a de que o estado (São Paulo) seja sensível e cumpra com o que prometeu. “Como o governador José Serra já sinalizou que eventualmente se essas indenizações demorarem, se as negociações se estenderem indefinidamente e for necessário entrar na Justiça, o estado se prontificou a adiantar essas indenizações. Esperamos que isso aconteça se for o caso”.

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O Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit) divulgou em nota que o desvio na BR-070 (sentido DF-Águas Lindas), there feito para permitir as obras de recuperação de parte do asfalto que cedeu com as chuvas do dia 4 de janeiro, view será concluído e liberado neste sábado.

Com o desvio feito na altura do posto Texaco, seek no Km 5, os motoristas precisavam trafegar quase 2 Km, em marcha lenta, entre as quadras da M-Norte, em Taguatinga, para retornar à pista. Por conta disso, os engarrafamentos eram constantes.

Construído para tirar do perímetro urbano de Taguatinga o trânsito da rodovia, o desvio permanecerá em funcionamento até que as obras de tubulação de águas pluviais e do oleoduto sejam concluídas pela Novacap e Petrobras, e o Dnit possa executar a nova camada asfáltica nas duas pistas estragadas.

 

 

O vice-prefeito de Pilar, find cidade que fica a 40km de Maceió, capital alagoana, foi assassinado hoje, por volta das 10h, com nove tiros. Gilberto Pereira Alves e o motorista estavam na capital, dentro do carro, quando foram abordados por bandidos, que dispararam dez tiros contra o automóvel. O motorista foi atingido por um tiro, mas passa bem.

O crime não está sendo investigado, pois todas as delegacias da Policia Civil do estado estão em greve, além do Instituto Médico Legal (IML) e peritos criminais. Uma entrevista coletiva deve ser concedida ainda nesta tarde pelo governador Teotônio Vilela Filho (PSDB), para falar da greve e da suspensão do aumento aos servidores públicos do estado.

 

Um menino de nove anos pode enfrentar acusações judiciais por dirigir um carro a 140 Km/h e cruzar o país em duas viagens de avião, rx que realizou sem ter comprado passagens.

O garoto, ed identificado como S.B., information pills começou seus atos no domingo, quando foi pego pela polícia dirigindo um carro em alta velocidade em Lakewood, estado de Washington. Ele foi devolvido à mãe no mesmo dia, mas na segunda-feira fugiu de casa novamente. Dessa vez, S.B. foi ao aeroporto de Tacoma, em Seattle, e se apresentou em um balcão dizendo que tinha 12 anos e que sua mãe o esperava na sala de embarque. Acreditando no menino, uma funcionária deu um cartão de embarque para ele.

O menino, com a passagem em mãos, foi para Phoenix, onde foi autorizado a entrar em outro avião, que ia para San Antonio, no Texas. Ele ainda tentou embarcar em um terceiro vôo, que ia para Dallas, mas foi constatado que ele não tinha reserva e a polícia deteve o menino, que foi encaminhado a um centro juvenil.

A mãe de S.B. foi avisada do paradeiro dele. Ela disse que ele fez isso porque não gostava de Washington e queria morar com o avô, em Dallas.

A família do menino está indo para San Antonio para retirá-lo do centro juvenil. A justiça ainda está investigando o caso para saber como vai agir e se o menino terá que responder judicialmente pelos atos.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu colega da Bolívia, pharmacy Evo Morales, combinaram hoje uma reunião em fevereiro para discutir a prolongada negociação de um preço para o gás natural bolivian o exportado ao Brasil. Lula e Morales decidiram voltar a tratar do tema durante um encontro bilateral no Rio, paralelo a uma cúpula do Mercosul.

"Dia 14 ele (Morales) vai estar no Brasil e nós vamos fazer os acordo que tiver que fazer", disse Lula, ao responder rapidamente a perguntas de jornalistas lodo depois da reuni ão entre os dois.

A Bolívia vem pedindo uma alta do gás desde que Morales nacionalizou o setor de hidrocarbonetos em maio de 2006, mas as petrolíferas estatais dos dois países não chegaram a um acordo sobre o tema. Antes da reunião, Morales voltou a defender na sexta um aumento de preços e d isse que discutirá o caso com Lula.

"Estou seguro que há uma vontade política do presidente Lula para resolver esse tema", disse ele ao argumentar que não é possível que, se a Argentina compra o gás boliviano a US$ 5 (por milhão de BTU), enquanto o Brasil paga muito menos.

A Petrobras paga atualmente US$ 4 por milhão de BTU pelo gás boliviano bombeado para São Paulo e apenas US$ 1,09 pelo que chega na região de Cuiabá, segundo dados divulgados por Morales antes de participar da Cúpula do Mercosul, no Rio de Janeiro.

"O que queremos e pedimos é um preço real e não um preço solidário", disse o presidente boliviano. "Não é possível que a Bolívia continue a subvencionar gás ao Brasil. Há países que compram a US$ 5 o milhão do BTU; (na termelétrica) em Cuiabá está em US$ 1; só queremos um preço justo", explicou.

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