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Economia

Ministro Luiz Marinho debate desafios das profissões liberais com líderes da CNTU

Em audiência, o ministro discutiu o impacto das inovações tecnológicas no mercado de trabalho e a qualidade da formação acadêmica.

Redação Jornal de Brasília

28/01/2026 16h41

luiz marinho

Foto: Matheus Itacaramby/MTE

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, recebeu nesta terça-feira (27), em seu gabinete, o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados (CNTU), Murilo Pinheiro. O encontro focou nos desafios enfrentados pelas profissões liberais diante das transformações tecnológicas e da qualidade da formação acadêmica no país.

Pinheiro, que também preside a Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) e o Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (SEESP), apresentou um panorama das preocupações dos profissionais graduados. Entre os temas principais, destacaram-se o impacto da inovação no mercado de trabalho e a necessidade de manter padrões rigorosos de ensino nas universidades brasileiras.

A representatividade dos profissionais liberais e o papel do movimento sindical no equilíbrio das relações de trabalho também foram abordados. Para Pinheiro, a união das categorias é essencial para garantir a reserva de mercado aos profissionais qualificados. “A CNTU luta pelo fortalecimento das entidades representativas dos trabalhadores liberais, como engenheiros, farmacêuticos e odontologistas. É preciso defender o mercado para os verdadeiros profissionais”, afirmou o presidente da entidade.

Atendendo ao convite de Pinheiro, o ministro confirmou sua participação em um evento da CNTU previsto para este semestre. O encontro reunirá representantes laborais e patronais para debater estratégias de valorização dos profissionais liberais.

Fundada em 2006, a CNTU atua na articulação de diversas categorias essenciais, incluindo engenheiros, farmacêuticos, médicos e odontologistas, por meio de federações como FNE, Fenafar, Fenam e FIO, além de economistas e nutricionistas representados por seus sindicatos filiados.

*Com informações do Ministério do Trabalho e Emprego

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