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Economia

Ministro diz ser absolutamente favorável à vinculação ao salário mínimo e ao ganho real

Ele falou com jornalistas antes de visitar uma agência do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em Taguatinga, nos arredores de Brasília

Redação Jornal de Brasília

27/08/2026 12h07

wolney queiroz no bom dia, ministro.

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, afirmou nesta quinta-feira, 27, que é absolutamente favorável à vinculação de benefícios previdenciários e de assistência social ao salário mínimo, bem como à política de ganho real do salário mínimo. Ele falou com jornalistas antes de visitar uma agência do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em Taguatinga, nos arredores de Brasília.

“Se você deixa de indexar, deixa de deixar isso ligado aos benefício previdenciários, você vai deixando o aposentado para trás. E não é justo…Então nós somos absolutamente favoráveis, primeiro, à vinculação do salário mínimo com os benefícios previdenciários e assistenciais, segundo, nós somos favoráveis ao ganho real do salário mínimo”, afirmou ele, dizendo considerar dramático o cenário sem a vinculação.

Queiroz disse ainda que deve zerar a fila do INSS nos próximos dias, em setembro. Segundo ele, isso foi possível com mais tecnologia, com bônus para os servidores do órgão por produtividade e mobilização de todo o governo para agilizar o atendimento pelo País.

Perguntado se houve alguma demanda para que a fila fosse zerada antes das eleições, ele negou. Disse que o compromisso era uma promessa de campanha do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“O que houve foi uma decisão do presidente, uma promessa de campanha e uma promessa ao parlamento de chegar ao final do governo com a fila zerada… nós agora estamos com os novos peritos de métodos federais atuando 100%. Então, é uma curva natural que tem acontecido, não tem nada a ver com a eleição. Sobre outro assunto também, que é o orçamento”, completou ele.

Sobre a curva de crescimento das despesas obrigatórias da Previdência, o ministro afirmou que, se é preciso mais dinheiro para custear o tema, é uma necessidade do Brasil honrar com isso

“Então, se é necessário mais dinheiro para custear isso, então é uma necessidade do Brasil, da sociedade, de agir solidariamente com aqueles que mais precisam. É assim que funciona a Previdência Social”, disse ele.

Estadão Conteúdo.

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