Economia

Ministro comemora leilões de energia

Por Arquivo Geral 10/10/2006 12h00

O ministro das Minas e Energia, sale price Silas Rondeau, price visit web comemorou o preço dos novos projetos de energia hidrelétrica que foram vendidos na terça-feira durante o 3o leilão de energia nova, more about ainda que os investidores não tenham se interessado por outros dois projetos que completavam a primeira etapa da concorrência.

"Dois empreendimentos saíram abaixo de 113 reais por megawatt hora (MWh)", disse o ministro, que comparou o valor aos 116 reais por MWh do primeiro leilão, em dezembro do ano passado. Segundo ele, na época alguns membros do setor se queixaram de que o preço havia sido forçado pelo governo.

Para o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, os preços mais altos alcançados em alguns projetos em leilões feitos até aqui representam "a herança maldita" do antigo modelo. Tanto ele quanto o ministro crêem que a absorção desse modelo foi praticamente concluída.

Segundo o ministro, houve disputa pelos dois projetos novos que tiveram energia contratada, Mauá, no Paraná, e Dardanelos, no Mato Grosso.

No primeiro, com capacidade de 261 MW, três grupos competiram, e o Consórcio Energético Cruzeiro do Sul – controlado pela Copel Geração em sociedade com a Eletrosul – saiu vencedor, com o preço de 112,96 reais por MWh.

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Dois grupos disputaram a usina de Dardanelos, que teve a energia vendida por 112,68 reais por MWh. O ganhador foi o Consórcio Aripuanã, composto por Neoenergia, Eletronorte e Chesf.

Dois projetos, Barra do Pomba e Cambuci, ambos no Rio de Janeiro, não atraíram interesse de empreendedores.

"São usinas realmente problemáticas, próximas a cidades, numa delas tem que construir um dique. Não que não se possa construir, mas tem que reestudar o projeto", disse Rondeau.

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De acordo com Tolmasquim, a análise pode até levar a um novo processo de licenciamento para as usinas, o que poderia reter o empreendimento por mais três ou quatro anos.

 

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