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Economia

Ministério do Planejamento prevê gastos de R$ 800 bilhões para 2008

Arquivo Geral

31/08/2007 0h00

O Ministério do Planejamento entregou hoje, ailment para ser discutido no Congresso, visit o projeto de Orçamento para 2008, about it que prevê gastos no total de R$ 800 bilhões.

O projeto, apresentado pelo ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, calcula para 2008 um crescimento econômico de 5%, com uma taxa de câmbio média de R$ 1,98 por dólar e juros básicos de 10,1%. Também prevê um aumento do salário mínimo, a partir de março, de R$ 380 para R$ 407,33.

Junto com o Orçamento para 2008, que deverá ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado até o fim de ano, o Congresso recebeu o projeto do chamado Plano Plurianual (PPA) 2008-2011, que inclui as previsões de gastos para os próximos quatro anos.

Segundo os cálculos do PPA, o Orçamento nacional aumentaria 8% em 2009, 5,9% em 2010 e 3,5% em 2011, mas estas taxas serão revistas todos os anos.

O PPA mantém as projeções de crescimento econômico em 5% ao ano até 2011, para quando prevê uma taxa de câmbio de R$ 2,18 por dólar e juros básicos de 8,54%.

O ministro disse que, no próximo ano, 28% do Orçamento serão destinados à área social, com ênfase nos setores de educação e saúde.

Além disso, prevê um aumento de 40% no Orçamento para os programas sociais, que chegará no ano que vem a R$ 16,5 bilhões.

A intenção é ampliar a cobertura dos programas sociais e, principalmente, fortalecer o Bolsa Família, que é o carro-chefe das políticas oficiais dirigidas aos menos favorecidos.

O programa concede R$ 56 ao mês para 11 milhões de famílias, com a condição de que mantenham seus filhos com menos de 15 anos na escola.

Segundo Paulo Bernardo, com a ampliação do Orçamento estes subsídios alcançarão famílias com filhos menores de 17 anos, o que estenderá a ajuda a outros 1,7 milhão de jovens.

O ministro disse que o planejamento orçamentário do Governo indica que, “em 2011, o Brasil será um país com mais inclusão, com uma estrutura de renda melhor, com mais acesso à educação e mais bem dotado da infra-estrutura necessária para manter as altas taxas de crescimento”.

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