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Economia

Minha Casa, Minha Vida foi o grande impulsionador da economia durante a crise, avalia Cofeci

Arquivo Geral

01/07/2010 18h52

O programa Minha Casa, Minha Vida foi o “grande impulsionador da retomada econômica do Brasil, principalmente depois da crise financeira internacional”, disse hoje (1º) o presidente do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci), João Teodoro.

 

Segundo ele, isso ocorreu porque o mercado imobiliário foi o “grande carro-chefe da economia durante esse período [de crise]”. Teodoro não tem dúvida de que o programa Minha Casa, Minha Vida vai continuar ajudando o desenvolvimento econômico, apesar de alguns problemas localizados.

 

Um dos problemas citados pelo presidente da Cofeci foi o da aceleração dos preços no setor imobiliário, principalmente dos terrenos destinados ao atendimento do programa, em consequência do volume elevado de crédito injetado no setor da construção. “Isso atrapalhou um pouco o andamento do plano [habitacional]”. Disse, porém, que os obstáculos estão sendo superados e o programa acabou tem sido um sucesso.

 

Quem também falou sobre a importância do Minha Casa, Minha Vida foi o vice-presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rubem Vasconcelos. Ele, no entanto, preferiu destacar a função social do programa de levar a moradia a muitos brasileiros que viviam o sonho da casa própria. “Nós não tínhamos um mecanismo adequado para a realização desse sonho da casa própria. E agora nós temos. Então, pela primeira vez, eu vejo que o sonho da casa própria pode ser realizado por todos”.

 

Segundo Vasconcelos, esse sonho se aplica a todos os brasileiros, independente de classe social. “Faz parte da nossa vida ser proprietário. Mas, antes, a gente não tinha condição. Nós não tínhamos uma moeda estável, não tínhamos crédito fácil. E, hoje, tudo converge para a realização do sonho da casa própria”.

 

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