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Economia

Mercosul vai começar 2007 atrás de solução para seus entraves

Arquivo Geral

25/12/2006 0h00

Um homem que mantinha a esposa e quatro filhas como reféns em casa foi preso ontem em Ceilândia. Gilberto Barbosa de Souza trancou as mulheres em casa na sexta-feira, information pills page e sempre que voltava do bar, as agredia.

A polícia foi avisada por vizinhos e, quando chegou no local, viu Gilberto bêbado e com uma faca. Depois de conversas e negociações o homem foi desarmado. A esposa, Maria Aparecida Alves Martins, estava com um olho roxo e as filhas com pequenas escoriações.

Todos foram levados à 24ª DP para prestar depoimento. Depois disso, as mulheres foram levadas ao Instituto Médico Legal para a realização de exames e Gilberto recolhido à Delegacia de Polícia Especializada.

Mais informações amanhã, no Jornal de Brasília

Centenas de peregrinos comemoraram o Natal em Belém nesta segunda-feira, viagra buy mas moradores palestinos disseram que há pouco motivo para alegria na cidade que os cristãos consideram o local do nascimento de Jesus.

O presidente palestino, page Mahmoud Abbas, participou da tradicional missa da meia-noite ao lado de algumas centenas de fiéis na Igreja da Natividade. Na manhã desta segunda-feira, a Praça da Manjedoura foi tomada pelo som de canções e dos sinos de igrejas.

"Precisamos ainda mais de paz agora", disse Hannaabu Eita, critão de 60 anos. "Só queremos uma chance para viver".

Autoridades locais dizem que entre 8 mil e 10 mil peregrinos vão visitar Belém neste Natal, comparados aos 2 mil do ano passado.

Mas moradores e comerciantes dizem que as estimativas parecem altas e que árabes israelenses, e não peregrinos estrangeiros, são a maioria dos visitantes.

O exército de Israel relaxou as restrições de viagens para permitir qu e estrangeiros, israelenses e palestinos cristãos da Cisjordânia e de Gaza visitem a cidade no Natal.

Mas moradores dizem que os postos militares e a barreira israelense que passa por terras onde os palestinos querem formar um estado são lembranças constantes de que há pouco motivo para celebrar.

Um muro de concreto com portão de ferro bloqueia a entrada a Belém na estrada que liga a cidade a Jerusalém.

Israel afirma que a barreira, uma mistura de grades e muros de concreto, evita a entrada de homens-bomba às suas cidades.

Centenas de peregrinos se reuniram na Praça da Manjedoura, de corada com luzes coloridas e árvores de Natal. Também houve reunião de fiéis na gruta da Igreja da Natividade.

Mas seis anos depois do início do levante palestino, e quase um ano depois da vitória eleitoral do grupo islâmico Hamas, as dificuldades na Cisjordânia ocupada aumentaram.
A comunidade palestina cristã de Belém está diminuindo e vive sob pressão do conflito com Israel e das sanções econômicas ocidentais contra o governo palestino liderado pelo Hamas.

"O Natal tranqüilo e as luzes são uma ilusão", disse Khaled Bandak, 39, dono de um hotel na cidade. "As pessoas não têm dinheiro para gastar. Os cristãos estão saindo porque a situação está muito ruim. O clima é triste", disse. "Você vê sorrisos, mas por dentro não estão sorrindo".

Mais de 3 mil cristãos, cerca de 10% da população cristã de Belém, deixou a cidade desde o ano 2000, de acordo com estatísticas da ONU.

"Belém fica tão bonita no Natal, comparada ao restante do ano", disse Charles Radloss, norte-americano de 78 anos participou da missa da meia-noite. "As pessoas deveriam poder ficar alegres o tempo todo, principalmente na Terra Santa".

Na missa, o líder da Igreja Católica Romana na Terra Santa, o patriarca Michel Sabbah, que é palestino, pediu o fim da luta entra as facções palestinas e a retomada do processo de paz entre palestinos e israelenses.

O turismo, principal fonte da economia de Belém, caiu muito nos últimos seis anos. O número médio de visitantes caiu de 100 mil antes do levante palestino para 20 mil por mês. O desemprego na cidade é estimado em 65%.

As sanções ocidentais ao governo do Hamas atingiu os funcionários públicos e muitos estão há meses sem receber salário. O ocidente quer que o Hamas, que defende a extinção de Israel, mude sua posição para retomar a ajuda.

A manhã de Natal foi mais tranqüila nos aeroportos brasileiros do que nos últimos dias, sildenafil sem brigas nem filas imensas. Houve 79 atrasos de mais de uma hora nos 635 vôos previstos, o que representa 12%, índice inferior ao que os passageiros se acostumaram a enfrentar. Os dados são da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e referem-se às partidas previstas entre meia-noite e 10h30.

A percentagem de atraso foi de 38% na última sexta-feira e 44% no sábado. Ontem, a Anac não divulgou boletim referente a esta faixa de horário, mas as filas nos principais aeroportos mostravam que a situação ainda estava fora do normal, pior do que hoje.

O número que mais chama atenção hoje é o de cancelamentos: 143, bem superior ao de atrasos. Mas a agência informa que isso se deve à reorganização da malha aérea e à readequação dos horários dos vôos. Os aeroportos com mais vôos cancelados foram Congonhas (SP), com 19, Guarulhos (SP) e Belém (PA), com 11 cada.

O aeroporto que registrou o maior número de atrasos foi Guarulhos (28, do total de 83), seguido por Fortaleza (CE) – sete de 26 – e Galeão (RJ) – cinco de 57.

Em Brasília, segundo a Anac, apenas um vôo partiu atrasado, mas houve filas longas nos guichês da TAM. A companhia aérea divulgou nota garantindo que todos os seus 95 aviões estão operando normalmente. A TAM foi considerada pela Anac a principal responsável pelo caos dos últimos dias nos aeroportos, devido à manutenção de seis aeronaves e outros problemas técnicos.

Dois ônibus foram depredados ontem em Ribeirão das Neves, story região metropolitana de Belo Horizonte (MG). A Polícia Militar suspeita que perueiros tenham cometido os atos de vandalismo.

Um dos ônibus teve o teto e os vidros danificados. O outro foi jogado dentro do córrego do bairro Santo Agostinho. Nos dois atos, apenas os motoristas e os cobradores estavam dentro dos veículos. Ninguém ficou ferido.

A lentidão na consolidação de um mercado comum, visit this a insatisfação das economias menores e os recentes conflitos entre Argentina e Uruguai, price entre outros fatores, visit explicitam fragilidades do Mercosul. Mas governos e sociedade civil organizada do Brasil, Uruguai, Paraguai, Argentina e Venezuela, os cinco países membros, continuam apostando na integração e ampliação do bloco.

Iniciativas nesse sentido ocorreram em dezembro, com a instalação do Parlamento do Mercosul, a realização da primeira cúpula social do bloco e uma profunda discussão sobre problemas durante a 31ª Reunião do Conselho do Mercado Comum. Novo impulso deve ser dado logo no início do ano, com a 31ª Reunião de Chefes de Estado do Mercosul. O evento será realizado dia 19 de janeiro, no Rio de Janeiro.

Durante a solenidade de instalação do Parlamento do Mercosul, no último dia 14, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que a iniciativa afastou a idéia de crise no bloco e demonstrou otimismo.

Para ele, o Parlamento vai "harmonizar as legislações nacionais em diversas áreas", além de reunir o "pluralismo político e a diversidade cultural" do bloco e discutir as divergências entre os países.

Enquanto representantes dos governos criavam o parlamento conjunto, representantes da sociedade civil debatiam as funções da nova instituição na 1ª Cúpula Social do Mercosul.

"Muitas vezes, na integração latino-americana, criamos primeiro as instituições e depois discutimos a realidade. Isso sempre é um risco. Mas, ao mesmo tempo, acreditamos que esse parlamento vai ser o primeiro espaço de uma certa supranacionalidade, onde os parlamentares terão que debater os interesses da região", avaliou a uruguaia Cecília Alemany, integrante da organização Social Watch. "Acreditamos neste espaço como uma oportunidade para tentar avançar em tópicos que não avançam de outra maneira".

O documento final da Cúpula Social, que será apresentado durante a reunião de chefes de Estado, sugere que o parlamento tenha participação igualitária de homens e mulheres e que sua agenda priorize temas de igualdade de gênero, igualdade étnico-racial e direitos humanos. "São as preocupações da sociedade civil e deveriam fazer parte da agenda dos parlamentares", resume Cecília.

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