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Economia

Mercado ajusta posições e dólar fecha em alta, a R$ 2,192

Arquivo Geral

01/08/2006 0h00

Os Estados Unidos não têm planos de melhorar as relações entre o país e Cuba depois de o presidente cubano, prescription information pills Fidel Castro, website ter passado temporariamente o poder a seu irmão devido a um problema de saúde, disse hoje a Casa Branca.

"Não há planos de aproximação", disse o porta-voz da Casa Branca, Tony Snow, sobre a temporária transmissão do governo a Raúl Castro. "Não sabemos quais são as condições de Fidel Castro", completou ele, afirmando não acreditar que o líder de 79 anos esteja morto.

 

O dólar fechou o dia em alta, hospital impulsionado por ajustes de posição das tesourarias no início do mês e pelo movimento nos mercados norte-americanos depois de dados reforçarem apostas para mais uma elevação de juros no país.

A divisa norte-americana terminou a sessão vendida a R$ 2, find 192, com avanço de 0,74%.

"A verdade é que o mercado lá fora não está muito bom", resumiu Jorge Knauer, gerente de câmbio do banco Prosper, citando expectativas de alta do juro nos EUA e as preocupações geopolíticas com o conflito entre Israel e Líbano.

"Nesse ambiente, dado que o dólar caiu nesses últimos dias e o mês de agosto começando hoje, (essa alta no dólar) é meio que um ajuste do mercado", completou o gerente.

Dados desta manhã sobre o índice de preços de gastos com consumo (PCE, da sigla em inglês) e sobre a atividade no setor manufatureiro dos Estados Unidos reforçaram as apostas de que o Federal Reserve poderá elevar o juro na reunião da próxima semana.

As bolsas norte-americanas operavam em queda nesta tarde, enquanto o dólar recuava frente ao euro em ajustes técnicos depois de a moeda ter avançado pela manhã com os dados.

Os preços internacionais de petróleo fecharam em alta, conforme o conflito entre Israel e Líbano seguia pelo 21º dia.

Internamente, algumas tesourarias ajustaram suas posições em dólar por conta da atuação constante do Banco Central no mercado, contou o gerente de câmbio de um banco nacional, que não quis ser identificado.

"Havia muitas tesourarias vendidas (apostando na baixa) que viram que o BC não parava de comprar e então perceberam que não fazia muito sentido ficar muito vendido", explicou o gerente. "O BC comprou bastante esses dias todos, está faltando um pouco de dólar", completou o gerente. No leilão de compra de dólares desta sessão, a autoridade monetária aceitou sete propostas, com corte a R$ 2,192.

Em entrevista a jornalistas nesta manhã, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que o governo "continuará a fazer esforços" para atenuar o declínio do dólar, mas ressaltou que dificilmente a moeda voltará a R$ 2,90.

 

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