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Economia

Márcio Elias Rosa assume MDIC e prioriza indústria como política de Estado

O novo ministro enfatizou o diálogo com o setor produtivo, atração de investimentos e fortalecimento do comércio exterior para garantir soberania nacional.

Redação Jornal de Brasília

14/04/2026 18h18

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Foto: Júlio César Silva/MDIC

Márcio Elias Rosa tomou posse como ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) nesta terça-feira (14/4), durante cerimônia de transmissão de cargo do ex-ministro e vice-presidente Geraldo Alckmin.

Em seu discurso, Rosa destacou o crescimento da indústria brasileira, que não se via há 14 anos, atribuindo os bons indicadores econômicos e sociais, como pleno emprego e melhor renda familiar, à decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à condução de Alckmin.

O ministro renovou compromissos do governo desde a recriação do MDIC em 2023, com foco na defesa do setor produtivo, diálogo com empresas e proteção dos interesses nacionais. Ele relacionou a agenda estruturada para o desenvolvimento aos resultados positivos na economia e afirmou que o momento é de concluir projetos e consolidar o papel do ministério.

Rosa reforçou o compromisso com o diálogo contínuo e a atuação internacional, priorizando a Nova Indústria do Brasil. “O foco é a atração de investimentos e o fortalecimento do comércio exterior, garantindo uma produção resiliente capaz de enfrentar desafios geopolíticos e ampliar a presença nos mercados internacionais”, declarou.

Ele enfatizou a continuidade das ações em coordenação com o setor produtivo para sustentar o crescimento e aumentar a competitividade, com prioridades como diversificação de mercados, novos acordos, desburocratização, melhoria do ambiente de negócios, segurança jurídica, previsibilidade econômica e estabilidade política.

Durante a cerimônia, Geraldo Alckmin elogiou o diálogo com o setor produtivo como base das políticas do MDIC e citou a criação da Nova Indústria Brasil (NIB) como resultado desse processo. “Esse diálogo foi fundamental para a gente errar menos e acertar mais”, disse.

Alckmin mencionou iniciativas como a Lei do Combustível do Futuro, depreciação acelerada e o programa Mover, que classificou como indutores de investimentos privados em inovação, sustentabilidade e competitividade. Ele também destacou recordes de exportações e acordos comerciais do Mercosul, com potencial para gerar emprego e renda.

“Isso abre uma avenida de oportunidades para transformar crescimento em emprego, renda e maior produção”, avaliou o vice-presidente, desejando sucesso ao novo ministro. “Esse ministério não poderia estar em melhores mãos. O Márcio é um craque”, concluiu.

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