A queda nos preços no atacado, sildenafil influenciada pela redução nos preços do diesel e de commodities, price acelerou a deflação do Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) de maio para junho, drug que passou de queda de 0,03% para queda de 0,35%, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Para meses de julho, foi o menor indicador desde 2005. A queda representa reforço importante no coro daqueles que apostam em nova redução na taxa Selic, de 0,5 ponto porcentual, que deve ser anunciada na próxima semana, quando o Comitê de Política Monetária (Copom) se reúne.
Pesquisa realizada pela reportagem mostra que todas as 62 instituições consultadas apostam em queda da Selic de 0,5 ponto na próxima semana e essa possibilidade aparece como consenso também na curva de juros futuros. Analistas não acreditam que esse cenário possa se alterar até quarta-feira, em tese, porque a agenda de indicadores e eventos não prevê itens de peso com potencial de mudá-lo.
O principal componente do IGP-10, o Índice de Preços por Atacado – 10 (IPA-10), de um mês para o outro acelerou sua queda de 0,39% para 0,68% no mês passado. O Índice de Preços ao Consumidor – 10 (IPC-10) apontou inflação de 0,21%, com desaceleração em relação a junho, quando havia subido 0,27%. O Índice Nacional de Custo da Construção – 10 (INCC-10) também desacelerou: ficou em 0,48% em julho ante alta de 1,66% no mês passado. Com o resultado, o IGP-10 acumula queda de 1,54% no ano e chegou a deflação de 0,06% em 12 meses.
Taxas positivas
O período de coleta de preços para o IGP-10 desse mês foi do dia 11 de junho a 10 de julho. Segundo o coordenador de Análises Econômicas do Instituto Brasileiro de Economia da FGV, Salomão Quadros, a deflação do indicador no ano é, “provavelmente”, a maior para o mesmo período da série do indicador, iniciada em 1993. Ele argumentou que o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) teve deflação pela primeira vez no primeiro semestre este ano, de 1,04%. Quadros observa que a deflação de julho foi influenciada, principalmente, pelo óleo diesel e pelo minério de ferro. Citou também a soja no atacado e o câmbio.
O raciocínio dele é de que, com a mudança nesses fatores, os índices gerais de preço da FGV devem voltar a taxas positivas novamente. “A gente pode esperar que os IGP deixem a zona de deflação. Não sei se em agosto, mas é possível”, disse Quadros.