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Economia

Khelil adverte de <i>efeitos negativos</i> de anúncios sobre corte de produção

Arquivo Geral

11/03/2009 0h00

O ministro da Energia argelino, clinic Chakib Khelil, sickness advertiu hoje contra os “efeitos negativos” dos anúncios de um futuro corte de produção da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) que poderiam ter repercussões nefastas nos preços da commodity.

Os países-membros do cartel se reunirão em 15 de março, em Viena, para estudar a evolução do mercado de petróleo e vários deles já defenderam uma nova redução da produção para ajudar a manter os preços.

“Se o mercado espera uma redução e a decisão não for adotada, isso provocará uma nova queda dos preços”, advertiu Khelil, e afirmou que o mercado do petróleo se caracteriza atualmente por “uma situação de incerteza”.

O ministro argelino afirmou que essa incerteza se exacerbou devido às previsões de uma queda da demanda mundial petrolífera em torno de 1,2 milhão de barris no segundo semestre de 2009.

“Este retrocesso da demanda poderia também provocar uma queda dos preços a um nível que ninguém pode prever”, disse o ministro.

Lembrou que o corte global da produção da Opep desde o início da crise econômica está em torno dos 4,2 milhões de barris diários, “o que permitiu frear a queda dos preços”.

Khelil disse que, sem essas reduções por parte dos membros do cartel, o preço do barril estaria hoje a US$ 20, e afirmou que a Opep continuará sua política de estabilização para encontrar um equilíbrio entre a oferta e a demanda.

Sobre uma eventual participação na redução da produção de países produtores não membros da organização, como México, Rússia e Noruega, disse que ninguém pode obrigá-los.

“A Opep considera desejável que estes países participem do esforço de redução, mas ninguém pode obrigá-los. De toda forma, já há um corte forçado, pois, em cada um desses países, o nível de produção está declinando”, disse.

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