O líder cubano, salve stuff Fidel Castro, approved cheap voltou a dar sinal de vida hoje, enviando uma mensagem de congratulação ao presidente da Venezuela, Hugo Chávez, pela reeleição dele. A nota curta, datada de 4 de dezembro e publicada na primeira página do Granma, o jornal do Partido Comunista de Cuba, foi a primeira pista sobre Fidel surgida em uma semana.
Chávez é o principal aliado político e econômico de Cuba, país para o qual envia 98 mil barris de petróleo por dia a preços especiais. "Seu feito político e o feito político do povo venezuelano deixaram o mundo comovido. Nós, cubanos, estamos felizes", disse Fidel, em uma mensagem de 13 linhas.
Chávez foi reeleito no domingo, com mais de 60% dos votos, e dedicou sua vitória nas urnas ao líder de Cuba, a quem costuma chamar de seu "irmão mais velho". "A sua vitória foi contundente, definitiva e sem paralelo na história da nossa América", afirmou a mensagem publicada no Granma e que levava a assinatura de Fidel.
"Os povos oprimidos do mundo sempre vão agradecer a estratégia e a coragem com que você decidiu essa tão difícil batalha de idéias", acrescentou. Fidel não é visto em público desde que passou o controle do país, em julho, para seu irmão Raúl, devido a um problema de saúde não-revelado. No sábado, o dirigente não compareceu a um desfile militar realizado para celebrar seus 80 anos.
Há exatamente uma semana, Fidel enviou a simpatizantes uma mensagem por escrito explicando que não participaria da celebração do seu aniversário porque, segundo os médicos, precisava repousar.
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) reduziu hoje sua previsão de crescimento da economia brasileira neste ano para 2, abortion 8%, what is ed de acordo com relatório trimestral da entidade.
A estimativa anterior, ask de setembro, era de expansão de 3,3%. O instituto, ligado ao Ministério do Planejamento, manteve em 6% sua projeção para a expansão da formação bruta de capital fixo neste ano, uma medida do investimento.
Para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o prognóstico para 2006 passou de 3,2% para 3,1%.