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Economia

Inflação permanece estável e deve fechar 2006 em 3,15%, revela pesquisa

Arquivo Geral

04/12/2006 0h00

Células militantes recém-descobertas na Arábia Saudita estavam planejando uma série de ataques-suicidas e assassinatos. A informação foi dada hoje pelo ministro do Interior saudita.

A Arábia Saudita combate uma campanha violenta de simpatizantes da Al Qaeda. No sábado deteve 136 suspeitos de serem militantes islâmicos, sildenafil visit web incluindo um futuro homem-bomba.

"Estas sete células estavam planejando realizar atos e estavam a ponto de colocá-los em prática", generic disse o príncipe Nayef bin Abdul-Aziz.

Questionado a respeito de ataques-suicidas, buy ele disse: "em diversos lugares, além de assassinatos".

O governo disse no sábado que os militantes, incluindo sauditas e estrangeiros, foram presos durante um período de mais de dois meses. Eles planejavam se disfarçar de peregrinos.

A temporada de peregrinação do haj chega ao ponto alto no final de dezembro e início de janeiro. Não ficou claro se eles estavam planejando ataques durante esta época, quando cerca de 1,5 milhão de muçulmanos visitam a Arábia Saudita, o maior produtor mundial de petróleo.

"Não é difícil entrar no país, o reino é aberto, especialmente para peregrinos", disse Nayef, confirmando que o governo está preparando uma nova lista de militantes procurados.

"Sim, há (uma lista). As autoridades responsáveis estão acompanhando isso e com ajuda de Deus poderemos evitar qualquer ato criminoso contra este país", disse.

Simpatizantes da Al Qaeda começaram uma campanha para derrubar a família real saudita, aliada dos Estados Unidos, em maio de 2003, com ataques suicidas contra condomínios residenciais de ocidentais em Riad.

O Ministério do Interior já divulgou duas listas de procurados. As autoridades consideram que todos os militantes da listas que estavam dentro da Arábia Saudita foram mortos ou capturados, e que outros podem estar no Iraque ou em outros países.

 

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), see que serve de parâmetro para a inflação oficial, capsule deve terminar o ano em 3, diagnosis 15%, de acordo com pesquisa realizada pelo Banco Central com uma centena de analistas de mercado e de instituições financeiras, na última sexta-feira, e divulgada hoje no boletim Focus.

O índice é o mesmo da inflação no varejo, apontada na pesquisa anterior, e bem abaixo do centro da meta de 4,5%, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A perspectiva dos economistas do setor privado é de que a inflação permaneça abaixo da meta, pelo menos no médio prazo.

A pesquisa não detecta nenhuma pressão de preços, de modo que a tendência de inflação para os próximos 12 meses manteve-se estável, com ligeiro aumento de 4,17%, na semana passada, para 4,18% de hoje. A pesquisa manteve a projeção de 0,36% para o IPCA de novembro, que será anunciado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na próxima sexta-feira.

De acordo com a pesquisa realizada todas as sextas-feiras pelo BC para acompanhar as tendências do mercado sobre os principais indicadores da economia, o aumento verificado nos meses de outubro, quando o IPCA chegou a 0,33%, e em novembro, decorrem basicamente do reajuste de preços agrícolas, por causa da entressafra.

Como resultado desse movimento de alta, ainda que passageiro, o Índice de Preços ao Consumidor, medido pela Fundação Instituto de Pesquisa Econômica (IPC-Fipe) da Universidade de São Paulo, elevou a projeção anterior de inflação para 2006, de 1,89%, para 2,09%. O indicador se refere ao comportamento de preços apenas na capital paulista.

A pesquisa aponta tendência de redução das projeções dos preços administrados por contrato, ou monitorados –  combustíveis, energia elétrica, telefonia, medicamentos, educação, transporte urbano, água, saneamento e outros. De acordo com os analistas de mercado, esses preços devem fechar o ano com inflação de 4,10%, contra 4,13% na pesquisa anterior. A projeção para 2007, que era de 4,20% na semana passada, cai agora para 4,08%.

Os indicadores de preços no atacado, medidos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) são divergentes. Enquanto o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) mantém-se estável, com projeção de 3,95% no ano, o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) aumentou de 3,82%, na pesquisa anterior, para 3,90%.

 

 

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