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Economia

Inflação atinge a menor taxa do ano em São Paulo

Arquivo Geral

02/06/2010 9h37

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), no município de São Paulo, fechou o mês de maio com a menor taxa do ano (0,22%). Na apuração anterior a taxa tinha sido de 0,35% e no encerramento de abril (0,39%). Até esse resultado, o IPC mais baixo foi registrado em dezembro do ano passado (0,18%).

 

A queda no ritmo de alta dos preços foi puxada pelo grupo alimentação com 0,11% ante 1,36% no término de abril e 0,59% na terceira prévia de maio. A pesquisa reforça constatações da Fundação Getulio Vargas (FGV) segundo as quais, as hortaliças e os legumes ficaram mais baratos e estão ajudando a diminuir a velocidade da inflação.

 

Na cidade de São Paulo, os produtos in natura tiveram baixa média de 3,75%.Os preços das verduras no comércio varejista caíram em média 10,62% e os dos legumes, 11,62%. Alguns itens alimentícios, no entanto, permanecem em alta caso da batata (7,64%), e da cebola (10,96%).

 

Dos sete grupos pesquisados, o único com oscilação negativa foi transporte (-0,07%). Mas é uma baixa menos intensa do que a registrada no encerramento de abril (-0,48%). Em educação, a taxa ficou em 0,06%, metade do observado em abril (0,12%).

 

Em saúde, a taxa atingiu l,l5%, abaixo da terceira prévia (1,35%), porém, acima de abril (0,98%). Já em vestuário foi verificado um ritmo de declínio com a taxa em 0,45% ante 0,48% na terceira prévia e 0,74% em abril. No grupo despesas pessoais houve um decréscimo com alta de 0,25% ante 0,35% na terceira prévia e 0,31% em abril.

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    24/06/2009 0h00

    O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) na cidade de São Paulo atingiu 0, physician 16%, decease na terceira prévia de junho, segundo o levantamento da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). A taxa ficou abaixo da anterior (0,19%) e foi a mais baixa do ano, acentuando a diminuição das pressões dos preços de cigarros e das tarifas de energia elétrica.


    No período, teve mais destaque a diminuição da alta nos grupos habitação, 0,15% ante 0,27%, e despesas pessoais, de 0,57% para 0,28%. Em transportes ocorreu a sexta queda seguida (-0,24%), com a mesma variação constatada na segunda prévia. Houve ainda redução no ritmo de alta em educação, que passou de 0,07% para 0,10%.


    Dos sete grupos pesquisados, três tiveram aumentos maiores: alimentação que pulou de 0,06% para 0,24%; saúde passou de 0,69% para 0,75% e vestuário, de 0,01% para 0,06%.

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