A despeito de Fidel Castro estar ou não em estado terminal, capsule stomach o governo provisório designado por ele, price sob o comando de seu irmão Raúl, doctor manteve Cuba num rumo estável durante sua ausência, disseram observadores na quarta-feira.
Mesmo autoridades dos EUA, que não escondem sua torcida pela morte de Fidel nos próximos meses, admitem que o único país comunista do Ocidente não está a ponto de implodir sem o "comandante", afastado do poder desde 31 de julho devido a uma cirurgia intestinal.
Economistas cubanos se dizem animados com o estilo de Raúl, que dá sinais de se dedicar a resolver os problemas mais urgentes da ilha ao invés de buscar bodes expiatórios.
"Raúl parece estar se saindo bastante bem sem Fidel", disse Julia Sweig, especialista em Cuba na entidade Conselho de Relações Exteriores, de Washington. "Não há sinais de instabilidade", afirmou ela, para quem a sucessão, orquestrada pelo próprio Fidel, já está em curso.
Ao contrário do que temiam alguns, não houve distúrbios nem fuga em massa do país. Para Sweig, há uma lenta mudança em relação a uma maior abertura econômica, mas sem a democracia de livre-mercado que os EUA há décadas tentam impor.
A saúde de Fidel é tratada como segredo de Estado e se torna objeto de inúmeros rumores. O jornal espanhol El País disse que ele está em estado crítico devido a três fracassadas operações contra uma diverticulite (inflamação no intestino grosso).
"Se é diverticulite complicada por operações erradas ou operações incompletas é algo de certa forma menor", disse uma autoridade dos EUA, sob anonimato.
Na opinião dele, o importante é se o sistema unipartidário cubano está resistindo sem Fidel pela primeira vez desde 1959. Essa fonte acrescentou que, ao menos enquanto Fidel ainda é formalmente o presidente, não há sinais de "fissuras" no regime.
As instituições cubanas são mais sólidas que as de outros países terceiro-mundistas, e sua população é mais educada e saudável devido às ações sociais do governo, lembrou um diplomata asiático em Havana.
Mas, segundo ele, Raúl terá de agir rapidamente contra as dificuldades econômicas e a escassez de bens básicos que a maioria dos cubanos enfrenta, pois isso pode se transformar em exigências políticas.
"Para Raúl, dois e dois são quatro. Ele é mais pragmático e menos ideológico que o irmão", afirmou o diplomata.
Raúl, comandante das Forças Armadas, já foi o homem do Kremlin em Havana, mas hoje em dia é considerado mais aberto a reformas que dêem espaço à iniciativa privada.
Em dezembro, numa reunião com universitários, o general, de 75 anos, propôs que haja mais debates sobre as políticas públicas, e afirmou que chega a hora de uma nova geração governar a ilha.
Dois dias depois, ele disse no Parlamento, durante uma sessão sobre os crônicos problemas de habitação, transporte e alimentação, que o país está cansado de desculpas.
Enquanto Fidel certamente teria acusado agricultores privados de enriquecerem à custa do Estado, Raúl quis saber, irritado, por que esses produtores não foram pagos no prazo estabelecido, já que respondem por 65 por cento da oferta cubana de alimentos.
Sem o carisma de seu irmão lhe fazendo sombra, Raúl terá de resolver questões básicas e abrir espaço político para um debate sobre como resolver os problemas, segundo Sweig. "Eles vão ter de tirar o Estado de empresas menores, que os cubanos podem claramente gerenciar por si sós."
Um cirurgião espanhol que examinou Fidel Castro no mês passado contestou uma reportagem do jornal espanhol El Pais, approved que afirma que o líder cubano encontra-se em estado grave após o fracasso de três cirurgias no intestino, help informou a CNN nesta quarta-feira.
A notícia do El Pais de terça-feira, site segundo a qual Fidel enfrentava um prognóstico "muito sério", gerou grandes especulações de que ele provavelmente estaria morrendo.
Fidel não foi visto em público após transferir o poder para seu irmão, o ministro da Defesa Raúl Castro, em 31 de julho, e sua saúde foi colocada em absoluto sigilo na ilha comunista.
Entretanto, José Luis Garcia Sabrido, que visitou Fidel Castro, de 80 anos, no final de dezembro, disse, segundo a CNN, que houve "melhora progressiva" em sua saúde desde que ele se submeteu a primeira cirurgia no intestino, em julho.
"As únicas partes verdadeiras da reportagem são o nome do paciente, que ele foi operado e que ele teve complicações. O resto é rumor", disse Garcia Sabrido.
O médico confirmou que examinou Fidel no mês passado por 90 minutos a pedido de autoridades cubanas, de acordo com a CNN. Foi divulgado pela CNN, entretanto, que ele se recusou a entrar em detalhes sobre a condição do paciente ou os detalhes da reportagem do El Pais, afirmando apenas que "não estão de acordo com a realidade, não são verdadeiros e não são reais".
Após sua visita a Cuba em dezembro, Garcia Sabrido disse a repórteres que Fidel não tinha câncer e que poderia retornar ao governo cubano se ele se recuperasse plenamente da operação.
O jornal El Pais disse que sua reportagem, que se concentrava no que foi descrito como operações fracassadas em remover inchaços no intestino grosso de Fidel, foi baseada em duas fontes médicas anônimas do hospital em que Garcia Sabrido trabalha.
Em uma nova reportagem nesta quarta-feira, o El Pais disse que Fidel pessoalmente tomou a decisão de evitar colostomia de rotina e optar por uma operação mais arriscada que deu errado.
Autoridades em Havana não comentaram as reportagens.
Tempestades de inverno na região central dos Estados Unidos mataram pelo menos 23 pessoas em Oklahoma e bloquearam os transportes nessa região do país hoje, viagra 60mg informaram autoridades.
As tempestades eram parte de um sistema meteorológico que se movia pela região central dos Estados Unidos na última semana. Enquanto meteorologistas esperam que hoje o tempo frio diminua na região da costa do Golfo, viagra order eles também prevêem neve e chuva no Kansas, Oklahoma e no norte do Texas amanhã.
Quinze pessoas morreram em acidentes de carro em ruas congeladas do Estado, sete morreram de hipotermia e uma morreu numa queda, segundo autoridades.
Muitos dos 18 mil moradores da cidade de McAllister, em Oklahoma, tiveram de ficar em abrigos de igrejas, pois a cidade está sem energia elétrica desde sexta-feira.
Leia também:
» Neve cobre ensolarada Malibu pela primeira vez em 20 anos
O presidente norte-americano George W. Bush pediu à Organização das Nações Unidas (ONU) que aumente sua presença no Iraque, viagra 100mg mas o órgão se disse preocupado com a segurança no país, cialis 40mg informou ontem o secretário-geral da ONU, help Ban Ki-moon.
Ban, que encerrou ontem uma visita de dois dias a Washington, a primeira desde que assumiu o cargo em 1º de janeiro, disse, no entanto, que a ONU vai desempenhar um papel mais ativo no Compacto Internacional pelo Iraque, uma iniciativa patrocinada pelo órgão para dar ajuda na reconstrução do país em troca de reformas democráticas.
"O presidente Bush quer ver uma maior presença e um maior papel da ONU no Iraque", disse Ban a jornalistas. Ele disse a Bush que a ONU "continuará, onde e quando pudermos, a aumentar nossa presença lá, mas isso será restringido pelas preocupações com a segurança".
O ex-secretário-geral da ONU Kofi Annan retirou os funcionários da entidade no Iraque em 2003, após dois ataques contra escritórios da ONU em Bagdá. O primeiro deles, em agosto de 2003, matou 23 pessoas, entre elas o brasileiro Sergio Vieira de Mello, que chefiava a missão do órgão no país.
Autoridades dos Estados Unidos e da Coréia do Norte terão hoje um terceiro dia de conversas bilaterais, abortion em Berlim, capsule segundo confirmação da embaixada norte-americana.
Enviados dos dois lados reuniram-se por seis horas na terça-feira e por uma hora e meia ontem, aumentando as esperanças de novidades nos esforços para acabar com o programa de armas nucleares do Estado comunista.
Uma porta-voz da embaixada dos EUA em Berlim disse que não é provável que o negociador norte-americano Christopher Hill faça declarações após as conversas de hoje.
O Iraque precisaria de um número muito menor de tropas norte-americanas se os Estados Unidos fornecessem armas suficientes, viagra 40mg disse o primeiro-ministro Nuri al-Maliki, em comentário publicado hoje. O líder iraquiano admitiu que foram cometidos erros no enforcamento do ex-presidente Saddam Hussein, mas negou que tenha se tratado de vingança.
Em entrevista ao jornal britânico Times, Maliki foi questionado sobre quanto tempo o Iraque vai pedir para as tropas dos EUA ficarem no país. "Se conseguirmos implementar o acordo entre nós para acelerar o equipamento e o fornecimento de armas para nossas forças militares, acho que dentro de três a seis meses nossa necessidade de tropas americanas vai diminuir de forma dramática", disse o primeiro-ministro, em Bagdá.
O presidente norte-americano, George W. Bush, anunciou na semana passada que mandará cerca de 21.500 soldados a mais para estabilizar Bagdá e a Província de Anbar. Isso elevará para mais de 150 mil o número de soldados norte-americanos no Iraque.
Em uma outra entrevista, ao jornal italiano Corriere della Sera, Maliki criticou o comentário da secretária de Estado norte-americana, Condoleezza Rice, de que seu governo mantém-se vivo além do prazo. "Gostaria de aconselhar Condoleezza Rice a evitar declarações que possam apenas ajudar aos terroristas", disse ele.
Maliki atacou também o presidente Bush por comentários de que o governo iraquiano prejudicou a execução de Saddam, pois fez com que parecesse uma vingança. "Parece que Bush cedeu à pressão doméstica", observou Maliki ao Corriere. "Talvez tenha perdido o controle da situação." A execução não foi uma vingança, disse ele ao Times.
"Gostaria de corrigir o presidente Bush e dizer que Saddam não foi submetido a nenhuma ato de vingança, nenhum ataque físico e que foi um processo judicial que terminou com sua execução de acordo com a lei iraquiana."
O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) abriu o ano com alta de 0, order 39%, information pills informou hoje a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em dezembro, o índice apurou alta de 0,47%, fechando o ano de 2006 com avanço de 4,05%.
O resultado de janeiro reflete uma desaceleração forte na taxa de aumento dos preços no atacado com um avanço importante no caso dos custos dos consumidores.
O Índice de Preços por Atacado (IPA) avançou 0,25% em janeiro, seguindo a alta de 0,56% em dezembro. A desaceleração refletiu em boa medida o comportamento de algumas matérias-primas brutas, especialmente do segmento agropecuário. A soja em grão, por exemplo, registrou uma queda de 2,27% em seus preços, depois de terem subido 7,55% em dezembro.
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), por sua vez, teve alta de 0,75%, depois do ganho de 0,33% no mês passado. Seis das sete classes de despesa apresentaram acréscimos em suas taxas, segundo informou a FGV.
"Com igual intensidade, os grupos Habitação e Transportes responderam, em conjunto, por cerca de 80% da aceleração do IPC", afirmou a FGV em comunicado.
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 0,39%, ante avanço de 0,25% em dezembro do ano passado. O IGP-10 foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.