O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) acumula alta de 1,35% nos 12 meses encerrados em maio, na série sem ajuste sazonal, informou a autarquia nesta sexta-feira, 17. É uma desaceleração frente ao mesmo período até abril, quando a alta era de 1,59% (revisado, de 1,63%).
O índice ex-agropecuária, que exclui os efeitos do setor, cresce 1,34%. Em abril, avançava 1,55% (revisado, de 1,59%). O indicador da agropecuária acumula alta de 2,45% nos 12 meses até maio, contra 3,08% (revisado, de 3,17%) no mesmo período até o mês anterior.
Também em 12 meses, a taxa acumulada pelo IBC-Br da indústria passou de 0,79% para 0,52%. O índice de serviços passou de 2,02% (revisado, de 2,10%) para 1,84%. O indicador de impostos – equivalente, em linhas gerais, à rubrica de impostos líquidos sobre produtos do Produto Interno Bruto (PIB) – passou de 0,61% (revisado, de 0,60%) para 0,36%.
No acumulado de janeiro a maio de 2026, o IBC-Br total cresce 1,24% frente ao mesmo período de 2025. O índice ex-agropecuária avança 1,48%, enquanto o indicador do agro está estável (0,00%). O índice da indústria aumenta 0,58%, o de serviços sobe 1,93% e o de impostos avança 0,81%.
Trimestre
O IBC-Br total cresceu 0,72% no trimestre móvel encerrado em maio, na série com ajuste sazonal e na comparação com os três meses anteriores. O índice ex-agro subiu 0,55% e o específico do agro aumentou 0,10%. A indústria subiu 1,27%, os serviços aumentaram 0,30% e os impostos avançaram 1,36%.
Considerando o trimestre até maio, mas frente ao mesmo período de 2025 e na série sem ajuste sazonal, o IBC-Br total cresceu 1,75%. O índice ex-agropecuária teve alta de 2,09%, enquanto o específico do agro subiu 0,20%. O índice de serviços avançou 2,21%, o da indústria aumentou 1,46% e o de impostos subiu 2,51%.
Estadão Conteúdo.