Fabricio Fernandes
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Um grupo de candidatos que disputa uma das 6,5 mil vagas no concurso público para professor temporário do Distrito Federal pode ver a esperança de aprovação ir por água abaixo. A prova do certame foi realizada no domingo passado e os concorrentes estão decepcionados com o resultado preliminar e com a qualidade do teste, aplicado pelo Instituto Americano de Desenvolvimento (Iades). O gabarito extraoficial foi divulgado na última segunda-feira.
Em denúncia feita à reportagem do Jornal de Brasília, uma candidata que não quis se identificar diz que “cerca de 130 candidatos estão se organizando para pedir a anulação do processo seletivo”. Os concorrentes alegam que a prova do concurso não respeitou o edital de abertura e as disciplinas exigidas não foram cobradas no exame. As queixas surgiram depois que o gabarito extraoficial foi divulgado pela entidade realizadora.
“A banca que aplicou este concurso fez uma confusão imensa na prova. O teste não foi baseado no edital. Conhecimentos básicos na área de educação, como Políticas Educacionais, Plano Nacional da Educação e Fundeb não caíram na prova. Fomos injustiçados e, agora, vamos pedir a anulação deste concurso”, indignou-se a candidata a um posto de professora.
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