O grupo de comunicação americano Tribune, dosage proprietário de jornais como o “Los Angeles Times”, healing recorreu hoje à proteção das leis de falência do país.
A companhia informou em comunicado que continuará realizando suas operações midiáticas durante o período de reestruturação da dívida e que seguirá publicando seus jornais e administrando seus canais de televisão e propriedades interativas sem interrupção.
O Tribune insistiu em que tem “dinheiro suficiente” para garantir a continuidade de suas operações.
“A queda acelerada da receita e o difícil ambiente econômico se somou à crise de créditos, o que tornou extremamente difícil pagar nossa dívida”, disse Sam Zell, o magnata imobiliário proprietário do grupo.
“Todas as nossas categorias propagandistas foram afetadas de forma dramática”, apontou Zell.
O jornal “The Wall Street Journal” publicou hoje que a empresa com sede em Chicago tinha contratado o banco de investimento Lazard e a firma de advocacia Sidley Austin para que a assessorassem sobre a possível declaração de falência.
O grupo é proprietário de oito grandes jornais americanos, entre os que figuram, além do “Los Angeles Times”, o “Chicago Tribune” e o “Baltimore Sun”.
A isso se somam suas participações em cadeias de televisão locais de todo o país.
O grupo deixou de cotar em bolsa e passou para a propriedade privada no ano passado, após a aquisição da companhia por parte do magnata imobiliário Sam Zell.
A companhia tem dívidas no valor de US$ 12 bilhões e, segundo o jornal, seu efetivo poderia não ser suficiente para fazer frente ao US$ 1 bilhão em juros que tem que pagar este ano. O Tribune terá que desembolsar US$ 512 milhões desse valor em junho.