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Economia

Grupo argentino critica importações do Brasil e da China

Arquivo Geral

14/12/2006 0h00

Deputados e senadores aprovaram hoje, visit this information pills em sessão do Congresso Nacional, website a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2007, view além de projetos de abertura de créditos suplementares ao Orçamento deste ano.

A LDO foi aprovada com várias mudanças em relação ao texto aprovado na Comissão Mista de Orçamento, em junho deste ano.

Uma delas isenta os municípios de até 25 mil habitantes com Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) abaixo de 0,6 de contrapartida em programas federais das áreas sociais.

Já os recursos dos projetos de abertura de créditos suplementares, que somam cerca de R$ 3 bilhões, serão destinados a ministérios e aos poderes Legislativo e Judiciário. Também foram beneficiadas com os créditos suplementares as estatais Eletrobrás e Infraero (Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária).

As matérias vão a sanção presidencial.

O sólido crescimento da indústria argentina tem como seus principais inimigos as importações de produtos do Brasil e da China, prostate o que gera um déficit de 9,6 bilhões de dólares para o país na área industrial, disse na quinta-feira o grupo industrial Techint.

Segundo uma apresentação do presidente-executivo da Ternium, maior produtora latino-americana de aço plano, controlada pelo grupo, neste ano o déficit de produtos industriais será de 6,6 bilhões de dólares com o Brasil e de 3 bilhões com a China.

"Esse é um fenômeno ao qual temo que chamar a atenção e estarmos alerta para que o crescimento sustentado da Argentina não seja frustrado pela perda de participação no mercado em benefício de nosso principal sócio no Mercosul", disse Daniel Novergil em seminário do grupo.

Segundo seus cálculos, do total de importações industriais do Brasil, 33 por cento são de bens de capital e maquinário agrícola, 27 por cento são autopeças e 12 por cento são outros produtos, como metal-mecânicos.

Ele disse também que as importações industriais da China para a Argentina triplicaram nos últimos cinco anos.

No caso da China, porém, a balança bilateral ainda é superavitária para a Argentina, principalmente por causa da venda de produtos primários, como a soja.

A Argentina espera neste ano voltar a obter um recorde de exportações, superando os 45 milhões de dólares, embora o superávit global se manteria estável, na casa de 10 bilhões de dólares, devido ao aumento das importações, em grande parte de bens de capital essenciais para a produção local.

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