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Economia

Grécia terá referendo sobre ajuda financeira

Arquivo Geral

01/11/2011 8h11

O primeiro-ministro da Grécia, George Papandreou, defendeu ontem a realização de um referendo sobre o novo acordo de ajuda financeira para seu país e pediu a realização de um voto de confiança em seu governo, em uma tentativa de angariar apoio interno ao resgate.

“Teremos um referendo sobre o novo acordo de ajuda”, disse Papandreou aos deputados do Partido Socialista (Pasok). “Nós queremos adotar o novo acordo? Ou nossa vontade é rejeitá-lo?”, perguntou. “Essa decisão tem de ser tomada”, acrescentou. “Se o povo grego não quiser, ela simplesmente não será implementada”, assegurou o chefe de governo.

Papandreou não forneceu detalhes e o anúncio pegou vários deputados de surpresa. Um integrante do alto escalão do Pasok disse, porém, que a expectativa é de que o governo realize o voto de confiança dentro de algumas semanas e que o referendo ocorra daqui a aproximadamente um mês. “Todo o Pasok está perplexo”, disse a fonte no partido. “Eles (os deputados) não sabem como reagir”, observou.

Para uma fonte no governo, um referendo provavelmente só vai acontecer no início de janeiro de 2012. “O plano de ajuda começa a valer em 1.º de janeiro e todos os detalhes ainda precisam ser trabalhados”, disse a fonte. “O referendo vai ocorrer nas primeiras duas semanas de janeiro”, prosseguiu.

Se aprovado em referendo, o acordo então vai para o Parlamento, onde será convertido em lei. As declarações de Papandreou vêm à tona apenas alguns dias depois de líderes europeus reunidos em Bruxelas terem anunciado uma série de decisões para fazer frente à crise da dívida da zona do euro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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    01/11/2011 8h11

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    “Teremos um referendo sobre o novo acordo de ajuda”, disse Papandreou aos deputados do Partido Socialista (Pasok). “Nós queremos adotar o novo acordo? Ou nossa vontade é rejeitá-lo?”, perguntou. “Essa decisão tem de ser tomada”, acrescentou. “Se o povo grego não quiser, ela simplesmente não será implementada”, assegurou o chefe de governo.

    Papandreou não forneceu detalhes e o anúncio pegou vários deputados de surpresa. Um integrante do alto escalão do Pasok disse, porém, que a expectativa é de que o governo realize o voto de confiança dentro de algumas semanas e que o referendo ocorra daqui a aproximadamente um mês. “Todo o Pasok está perplexo”, disse a fonte no partido. “Eles (os deputados) não sabem como reagir”, observou.

    Para uma fonte no governo, um referendo provavelmente só vai acontecer no início de janeiro de 2012. “O plano de ajuda começa a valer em 1.º de janeiro e todos os detalhes ainda precisam ser trabalhados”, disse a fonte. “O referendo vai ocorrer nas primeiras duas semanas de janeiro”, prosseguiu.

    Se aprovado em referendo, o acordo então vai para o Parlamento, onde será convertido em lei. As declarações de Papandreou vêm à tona apenas alguns dias depois de líderes europeus reunidos em Bruxelas terem anunciado uma série de decisões para fazer frente à crise da dívida da zona do euro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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      “Teremos um referendo sobre o novo acordo de ajuda”, disse Papandreou aos deputados do Partido Socialista (Pasok). “Nós queremos adotar o novo acordo? Ou nossa vontade é rejeitá-lo?”, perguntou. “Essa decisão tem de ser tomada”, acrescentou. “Se o povo grego não quiser, ela simplesmente não será implementada”, assegurou o chefe de governo.

      Papandreou não forneceu detalhes e o anúncio pegou vários deputados de surpresa. Um integrante do alto escalão do Pasok disse, porém, que a expectativa é de que o governo realize o voto de confiança dentro de algumas semanas e que o referendo ocorra daqui a aproximadamente um mês. “Todo o Pasok está perplexo”, disse a fonte no partido. “Eles (os deputados) não sabem como reagir”, observou.

      Para uma fonte no governo, um referendo provavelmente só vai acontecer no início de janeiro de 2012. “O plano de ajuda começa a valer em 1.º de janeiro e todos os detalhes ainda precisam ser trabalhados”, disse a fonte. “O referendo vai ocorrer nas primeiras duas semanas de janeiro”, prosseguiu.

      Se aprovado em referendo, o acordo então vai para o Parlamento, onde será convertido em lei. As declarações de Papandreou vêm à tona apenas alguns dias depois de líderes europeus reunidos em Bruxelas terem anunciado uma série de decisões para fazer frente à crise da dívida da zona do euro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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        “Teremos um referendo sobre o novo acordo de ajuda”, disse Papandreou aos deputados do Partido Socialista (Pasok). “Nós queremos adotar o novo acordo? Ou nossa vontade é rejeitá-lo?”, perguntou. “Essa decisão tem de ser tomada”, acrescentou. “Se o povo grego não quiser, ela simplesmente não será implementada”, assegurou o chefe de governo.

        Papandreou não forneceu detalhes e o anúncio pegou vários deputados de surpresa. Um integrante do alto escalão do Pasok disse, porém, que a expectativa é de que o governo realize o voto de confiança dentro de algumas semanas e que o referendo ocorra daqui a aproximadamente um mês. “Todo o Pasok está perplexo”, disse a fonte no partido. “Eles (os deputados) não sabem como reagir”, observou.

        Para uma fonte no governo, um referendo provavelmente só vai acontecer no início de janeiro de 2012. “O plano de ajuda começa a valer em 1.º de janeiro e todos os detalhes ainda precisam ser trabalhados”, disse a fonte. “O referendo vai ocorrer nas primeiras duas semanas de janeiro”, prosseguiu.

        Se aprovado em referendo, o acordo então vai para o Parlamento, onde será convertido em lei. As declarações de Papandreou vêm à tona apenas alguns dias depois de líderes europeus reunidos em Bruxelas terem anunciado uma série de decisões para fazer frente à crise da dívida da zona do euro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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            Para uma fonte no governo, um referendo provavelmente só vai acontecer no início de janeiro de 2012. “O plano de ajuda começa a valer em 1.º de janeiro e todos os detalhes ainda precisam ser trabalhados”, disse a fonte. “O referendo vai ocorrer nas primeiras duas semanas de janeiro”, prosseguiu.

            Se aprovado em referendo, o acordo então vai para o Parlamento, onde será convertido em lei. As declarações de Papandreou vêm à tona apenas alguns dias depois de líderes europeus reunidos em Bruxelas terem anunciado uma série de decisões para fazer frente à crise da dívida da zona do euro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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                  “Teremos um referendo sobre o novo acordo de ajuda”, disse Papandreou aos deputados do Partido Socialista (Pasok). “Nós queremos adotar o novo acordo? Ou nossa vontade é rejeitá-lo?”, perguntou. “Essa decisão tem de ser tomada”, acrescentou. “Se o povo grego não quiser, ela simplesmente não será implementada”, assegurou o chefe de governo.

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                  Se aprovado em referendo, o acordo então vai para o Parlamento, onde será convertido em lei. As declarações de Papandreou vêm à tona apenas alguns dias depois de líderes europeus reunidos em Bruxelas terem anunciado uma série de decisões para fazer frente à crise da dívida da zona do euro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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                    “Teremos um referendo sobre o novo acordo de ajuda”, disse Papandreou aos deputados do Partido Socialista (Pasok). “Nós queremos adotar o novo acordo? Ou nossa vontade é rejeitá-lo?”, perguntou. “Essa decisão tem de ser tomada”, acrescentou. “Se o povo grego não quiser, ela simplesmente não será implementada”, assegurou o chefe de governo.

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                    Se aprovado em referendo, o acordo então vai para o Parlamento, onde será convertido em lei. As declarações de Papandreou vêm à tona apenas alguns dias depois de líderes europeus reunidos em Bruxelas terem anunciado uma série de decisões para fazer frente à crise da dívida da zona do euro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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                            “Teremos um referendo sobre o novo acordo de ajuda”, disse Papandreou aos deputados do Partido Socialista (Pasok). “Nós queremos adotar o novo acordo? Ou nossa vontade é rejeitá-lo?”, perguntou. “Essa decisão tem de ser tomada”, acrescentou. “Se o povo grego não quiser, ela simplesmente não será implementada”, assegurou o chefe de governo.

                            Papandreou não forneceu detalhes e o anúncio pegou vários deputados de surpresa. Um integrante do alto escalão do Pasok disse, porém, que a expectativa é de que o governo realize o voto de confiança dentro de algumas semanas e que o referendo ocorra daqui a aproximadamente um mês. “Todo o Pasok está perplexo”, disse a fonte no partido. “Eles (os deputados) não sabem como reagir”, observou.

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                              O primeiro-ministro da Grécia, George Papandreou, defendeu ontem a realização de um referendo sobre o novo acordo de ajuda financeira para seu país e pediu a realização de um voto de confiança em seu governo, em uma tentativa de angariar apoio interno ao resgate.

                              “Teremos um referendo sobre o novo acordo de ajuda”, disse Papandreou aos deputados do Partido Socialista (Pasok). “Nós queremos adotar o novo acordo? Ou nossa vontade é rejeitá-lo?”, perguntou. “Essa decisão tem de ser tomada”, acrescentou. “Se o povo grego não quiser, ela simplesmente não será implementada”, assegurou o chefe de governo.

                              Papandreou não forneceu detalhes e o anúncio pegou vários deputados de surpresa. Um integrante do alto escalão do Pasok disse, porém, que a expectativa é de que o governo realize o voto de confiança dentro de algumas semanas e que o referendo ocorra daqui a aproximadamente um mês. “Todo o Pasok está perplexo”, disse a fonte no partido. “Eles (os deputados) não sabem como reagir”, observou.

                              Para uma fonte no governo, um referendo provavelmente só vai acontecer no início de janeiro de 2012. “O plano de ajuda começa a valer em 1.º de janeiro e todos os detalhes ainda precisam ser trabalhados”, disse a fonte. “O referendo vai ocorrer nas primeiras duas semanas de janeiro”, prosseguiu.

                              Se aprovado em referendo, o acordo então vai para o Parlamento, onde será convertido em lei. As declarações de Papandreou vêm à tona apenas alguns dias depois de líderes europeus reunidos em Bruxelas terem anunciado uma série de decisões para fazer frente à crise da dívida da zona do euro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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                                Papandreou não forneceu detalhes e o anúncio pegou vários deputados de surpresa. Um integrante do alto escalão do Pasok disse, porém, que a expectativa é de que o governo realize o voto de confiança dentro de algumas semanas e que o referendo ocorra daqui a aproximadamente um mês. “Todo o Pasok está perplexo”, disse a fonte no partido. “Eles (os deputados) não sabem como reagir”, observou.

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                                Se aprovado em referendo, o acordo então vai para o Parlamento, onde será convertido em lei. As declarações de Papandreou vêm à tona apenas alguns dias depois de líderes europeus reunidos em Bruxelas terem anunciado uma série de decisões para fazer frente à crise da dívida da zona do euro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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