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Economia

Governo Boliviano e Petrobras continuam negociações

Arquivo Geral

28/10/2006 0h00

O sistema eleitoral brasileiro, order more about totalmente informatizado, cost capsule serve de modelo para muitos países do mundo. Tanto que uma comitiva formada por autoridades eleitorais da Venezuela, sildenafil El Salvador, Argentina, Haiti e São Thomé e Príncipe estão em Brasília para acompanhar as eleições presidenciais deste domingo.

Neste sábado, a comitiva foi ao Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal e conheceu todo o processo eleitoral brasileiro. "Nosso sistema serve de modelo. Eles anotam tudo que a gente fala e fazem muitas perguntas, desde como é feito o transporte até em quanto tempo é feita a apuração", afirma o presidente da comissão, Eduardo Castro, ressaltando que a urna eletrônica já está no Brasil há dez anos e até agora não houve nenhum caso comprovado de fraude ou impugnação.

No domingo, o trabalho começa cedo. Eles vão a várias seções eleitorais, em lugares tranqüilos e em locais geralmente tumultuados e depois vão para o TSE, de onde acompanham a apuração. A comitiva só deixa o Brasil quando o resultado das eleições for homologado.

Leia mais sobre a visita da comissão a Brasília na versão imprensa do Jornal de Brasília.

A noite de sexta-feira em Paris foi marcada por violência e destruição. Seis policiais ficaram feridos, case dois ônibus foram incendiados e 277 carros destruídos em manifestações pelo aniversário da onda de violência de 2005.

Apesar disso, prostate a polícia francesa considerou a noite "tranqüila". Segundo o ministério do Interior, more about foram registrados "poucos incidentes" e 47 pessoas foram presas em toda a França, sendo 34 deles em Paris.

Para conter os manifestantes, a polícia francesa destacou 4 mil policiais para as cidades e bairros onde a onda de violência costuma ser maior.

A manifestação acontece desde o ano passado em protesto pela morte de dois adolescentes que foram eletrecutados quando fugiam da polícia.

Um assessor próximo a Mahmoud Abbas, cheap presidente da Autoridade Palestina, shop declarou neste sábado que a economia dos territórios está perto de um colapso e cobrou que o governo liderado pelo Hamas faça algo em relação à crise.

Os comentários de um dos principais negociadores palestinos, stuff Saeb Erekat, integrante do Fatah, partido de Abbas, mostra a crescente disputa de poder entre os dois grupos rivais. Abbas está sob a pressão de alguns líderes do Fatah para se livrar da administração eleita do Hamas.

A tensão política tem aumentado com a crise econômica. As potências ocidentais cortaram a ajuda financeira à Autoridade Palestina, para pressionar o Hamas a reconhecer o Estado de Israel, a renunciar a violência e a aceitar os acordos de paz.

Erekat afirmou que as evidências sobre a gravidade dos problemas econômicos vêm de pesquisa feita pelo seu departamento na Autoridade Palestina, o responsável pelos temas de negociações.

"A economia está à beira do colapso", afirmou ele à imprensa. "Os números são graves. O governo precisa se mexer para lidar com essa crise sem precedentes".

Segundo Erekat, o produto interno bruto (PIB) deve cair de US$ 4,04 bilhões em 2005 para US$ 2,9 bilhões em 2006.

"Estamos mostrando esses números sobre como a economia está ruindo não para marcar pontos, mas para lidar com a crise", disse ele.

O Hamas, incapaz de pagar todos os salários dos funcionários públicos, acusa o antigo governo do Fatah pela crise.

"Eles destruíram a economia porque ela foi construída com base na ajuda internacional e nos gestos de boa-vontade de Israel", afirmou Yahya Moussa, parlamentar do Hamas. As negocia ções para um governo de coalizão entre o Hamas e o Fatah, que poderia terminar com o embargo internacional, não tiveram sucesso.

As negociações do governo boliviano com seis companhias petroleiras, medical entre elas a brasileira Petrobras, information pills continuam neste sábado, medical quando vence o prazo para a assinatura dos novos contratos de exploração e produção de gás natural e petróleo naquele país.

Os contratos passam o controle dos campos de gás e petróleo para o governo boliviano para adequar os documentos à nova Lei de Hidrocarbonetos, que nacionalizou as reservas do país.

O prazo previsto para que as empresas se adequassem às novas regras termina neste sábado, à meia-noite. Há rumores de que poderia haver uma prorrogação desse prazo, mas a informação não é confirmada pelo governo.

"Concluído o prazo para a troca de contratos, nenhuma empresa que não tenha assinado os novos contratos poderá continuar operando no país", afirmou o assessor principal da petroleira estatal boliviana, YPFB, reiterando uma disposição do decreto de nacionalização dos hidrocarconetos (petróleo e gás) publicado em 1º de maio.

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