Até o momento, o Departamento do Tesouro americano forneceu US$ 19,5 bilhões a essa companhia.
Em sua edição digital, a publicação informou que o sindicato United Auto Workers (UAW) controlará pelo menos 17,5% da companhia que surgir após a reestruturação, embora a participação possa chegar a 20%.
Por sua vez, os detentores de bônus da GM receberão 10%.
O UAW, com quem a montadora possui uma dívida de US$ 20 bilhões, também receberá US$ 2,5 bilhões em notas da nova companhia e US$ 6,5 bilhões em ações preferenciais.
Outras partes interessadas, como o Governo do Canadá, receberiam outras parcelas do conjunto de acionistas.
Hoje termina o prazo para que os credores da GM cancelem a dívida da empresa, no total de US$ 27 bilhões, em troca de receber 10% do capital da nova empresa.
Um porta-voz da montadora explicou que a General Motors anunciará o resultado da oferta amanhã antes da abertura das bolsas.
A companhia afirmou que a firma que surgir do processo de reestruturação será formada só pelas marcas Chevrolet, Cadillac, Buick e GMC, e que sua produção será muito inferior à atual.
O “New York Times” disse que espera que a GM declare falência na próxima segunda-feira, quando expira o prazo dado pela Administração do presidente americano, Barack Obama, para que o fabricante reestruture as responsabilidades financeiras.
No entanto, o jornal também disse que o Departamento do Tesouro conversou com um grupo de credores que representa 25% da dívida total e que seguirá as negociações para conseguir um acordo antes que a GM tenha que declarar falência. EFE