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Economia

Gerdau passa a deter 83,27% da Siderperú

Arquivo Geral

16/11/2006 0h00

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve o pagamento de uma indenização à família de um jovem eletrocutado no Clube Atlético Paulistano, this site salve um dos mais tradicionais da capital paulista. Ao receber a descarga elétrica na piscina do clube, Guilherme Orlando Gunther, então com 14 anos, ficou com seqüelas neurológicas que o incapacitaram definitivamente para o trabalho.

O clube foi condenado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo a pagar três mil salários mínimos, por danos físicos, estéticos e morais, além de 300 salários para a mãe do jovem, que parou de trabalhar para acompanhar o tratamento do garoto. A entidade também deveria arcar com as despesas médicas. As duas partes, no entanto, recorreram ao STJ. O clube queria diminuir o valor da indenização; e a família, reajustar a quantia.

Na avaliação da Justiça paulista, a agremiação foi negligente e o evento não foi um caso fortuito porque era previsível e evitável. Em seu voto, o relator do processo no STJ, ministro Ari Pargendler, considerou que o valor não poderia ser dobrado, como queria a defesa de Guilherme, porque a jurisprudência do STJ afirma que a multa não foi criminal.

Em relação ao clube, o ministro entendeu que o valor fixado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo é adequado e que o clube não teria tomado as medidas necessárias para garantir a segurança dos freqüentadores.

A greve de fome de cerca de 40 presos do Centro de Ressocialização Penitenciária (CRP) de Presidente Bernardes, visit no noroeste de São Paulo, prostate completou 11 dias hoje sem perspectiva de terminar. Os detentos protestam contra o Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), stuff que impõe regras duras a presos considerados de alta periculosidade.

Como punição para o movimento, a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) de São Paulo suspendeu as visitas aos presos. Em nota, a SAP informou que os detentos recebem atendimento médico e que o estado de saúde do grupo é estável.

No início da greve, os presos estavam se alimentando com biscoitos e açúcar, apesar de rejeitarem as refeições oferecidas pelo presídio. Agora, no entanto, a SAP não divulgou se os presos interromperam completamente a alimentação.

O grupo estaria sendo liderado pelo chefe da facção criminosa PCC, Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola. De acordo com a SAP, o motivo da greve é a reforma do CRP, que recebeu reforço nas celas para melhorar a segurança e impedir a comunicação entre os detentos.

O Sindicato dos Agentes Penitenciários do Estado de São Paulo informou que os agentes temem pelo resultado da greve de fome dos presos. Como os presos deram um prazo de 30 dias para que as reivindicações fossem aceitas, a categoria teme que, caso o impasse continue, os criminosos iniciem uma nova onda de ataques. Entre maio e julho, sete policiais civis, 15 policiais militares e 11 agentes penitenciários morreram vítimas de ataques atribuídos ao PCC.

O ministro da Fazenda, unhealthy Guido Mantega, afirmou nesta quinta-feira que não está nos planos do governo ferir a Lei de Responsabilidade Fiscal para repactuar a dívida de Estados.

Ao chegar para uma reunião com o ministro, o governador reeleito da Paraíba, Cássio Cunha Lima (PSDB), reclamou da parcela das receitas do Estado comprometida com pagamento de dívida e propôs um fundo em que parte das parcelas seria depositada e usadas para investimento. Em troca disso, o governo federal alongaria a dívida.

Questionado por jornalistas ao chegar ao ministério, Mantega disse que não comentaria a proposta por não conhecê-la, mas insistiu que "revisar os preceitos da lei e reestruturação de dívida é algo inexequível, é algo que não vamos fazer".

"Eu sou um defensor da LRF, ela nos deu um equilíbrio fiscal importante e isso vai continuar. Claro que dentro das possibilidades que a lei permite, a gente pode estudar uma ajuda, muitas vezes até no sentido de uma cooperação técnica, sugestões para que os Estados possam equilibrar suas contas", completou o ministro.

Três anos após deixar o mercado nacional, pill o Tracker volta ao Brasil. O jipinho 4×4 da Chevrolet (uma espécie de "clone" do antigo Suzuki Vitara), buy more about mostrado no último Salão de São Paulo, here  retorna com um novo motor 2.0 16V com 128 cv e torque de 17,7 kgfm, ao invés do antigo propulsor a diesel. Ao preço de R$ 58.990, o utilitário-esportivo vem apenas na versão quatro portas e com pacote recheado de itens de série, a exemplo do air bag duplo, freios ABS e direção hidráulica.

O design do veículo segue as linhas robustas de sua versão antiga, salvo as novas lanternas traseiras no estilo tuning e uma reestilização do acabamento interno. Segundo a montadora, o retorno é embalado pela "febre" off-road que tomou o mercado nacional neste ano. No entanto, a marca espera que seus principais concorrentes sejam o Ford EcoSport e o Mitsubish Pajero TR4.

O Tracker começa a chegar às concessionárias ainda este mês. A princípio, a expectativa é vender 300 unidades por mês. O Tracker chega importado da Argentina, aproveitando os benefícios fiscais do Mercosul. Vale lembrar, que o utilitário continua sendo fabricado por uma parceria entre a GM e a japonesa Suzuki e possui a mesma base do Gran Vitara.

» Confira a reportagem completa, inclusive com o test-drive, na próxima edição do caderno Carros & Cia, no dia 24 de novembro.

 

O governo iraquiano ordenou na quinta-feira a prisão do principal clérigo sunita do país, order sob a acusação de "apoiar o terrorismo". A medida pode agravar as tensões entre sunitas e xiitas, viagra que dominam o governo.

Harith Al Dari, presidente da Associação dos Clérigos Muçulmanos, é um aguerrido defensor dos direitos da minoria sunita, que no passado dominava o país. Sua prisão foi informada pelo ministro do Interior, Jawad Al Bolani, xiita, à TV estatal Iraqiya.

Desde o começo do mês, líderes xiitas vinham acusando Dari de incitar à violência em comentários pela TV, que supostamente estariam justificando atentados da Al Qaeda no Iraque.

Dari está em Amã, capital da Jordânia, disseram seus aliados. O porta-voz do grupo em Amã, Mohammed Bashar al-Faidhi, negou o mandado. "Esta medida…é um reflexo da falência deste governo sectário", disse ele à Al Jazeera.

No mesmo dia, dezenas de passageiros de seis ônibus, a maioria xiitas, foram seqüestrados por falsos policiais em áreas sunitas da capital.

Já ao anoitecer, segundo a polícia, 15 pessoas foram levadas de um bar no centro de Bagdá. Nove foram mortos em uma padaria – contribuindo com cerca de 50 mortes que mostram como o governo e os EUA não têm controle sobre a violência nas ruas.

Na terça-feira, dezenas de funcionários públicos foram capturados por policiais fardados, o que abriu uma crise no governo de união nacional, que reúne curdos, sunitas e xiitas.

O ministro sunita da Educação Superior, Abd Dhiab, a quem são subordinados os funcionários capturados, decidiu boicotar o gabinete até que o caso seja esclarecido. "Não há um governo efetivo", disse ele à BBC, queixando-se de "anarquia".

Apesar de o governo de Nuri Al Maliki insistir que quase todos os subordinados de Dhiab sofram soltos ilesos, o ministro disse que cerca de 70 pessoas continuam desaparecidas, que algumas foram torturadas e outras foram mortas. Entre 40 e 150 homens foram levados, segundo as diferentes versões oficiais.

"Não acredito que estou vivo", disse um homem libertado, descrevendo os seqüestradores como "muito organizados e recebendo ordens".

O ministro Bolani disse que cinco policiais de alta patente que haviam sido detidos podem estar envolvidos no incidente. Ele também aludiu à possível participação de uma "potência externa" – uma aparente referência ao Irã, acusado pelos EUA e por alguns líderes iraquianos de apoiar a infiltração da polícia iraquiana por milícias xiitas.

O vice-premiê Barham Salih, curdo, disse em entrevista a uma TV que o Iraque está em situação perigosa e que os moradores de todos os lados deveriam se unir em torno do governo. Segundo ele, alguns membros da atual coalizão estão agindo por interesses partidários em detrimento da paz e da unidade nacional.

A Gerdau informou em nota que comprou nesta quinta-feira ações da Siderperú correspondentes a 32, page 84 por cento do capital da empresa. Com a aquisição, cialis 40mg a Gerdau passa a ter uma participação de 83,27 por cento da siderúrgica peruana.

A compra das ações foi feita através de uma Oferta Pública da Sider Corp, ao preço de 0,40 nuevos soles por ação, totalizando 129,7 milhões de nuevos soles, o equivalente a 40,5 milhões de dólares, informou a Gerdau.

A Siderperú é uma empresa produtora de aços planos e longos, com vendas anuais de cerca de 400 mil toneladas de produtos acabados.

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