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Economia

Geração de vagas formais no DF é maior no funcionalismo e setor de serviços

Arquivo Geral

06/08/2010 8h52

Foram gerados 1,766 milhão de empregos formais – celetistas e estatutários – em todo o País no ano passado, segundo a Relação Anual de Informações Sociais (Rais). O número, no entanto, é o mais baixo desde 2003, quando foram captados pela Rais 861,014 empregos. Do total de empregos com carteira assinada em 2009, o Distrito Federal colaborou com 61,2 mil postos de trabalho.

 

 

No total, a capital federal encerrou o ano com 1,1 milhão de empregos formais. Os setores que apresentaram os melhores desempenhos, em termos absolutos, foram a administração pública, com a criação de 25,3 mil postos e os Serviços, com 14, 8 mil novos postos de trabalho. Em números relativos. O único balanço negativo foi registrado nos Serviços Industriais de Utilidade Pública, que eliminou 177 postos.

 

 

A remuneração média de dezembro de 2009 do trabalhador do DF teve elevação de 1,93% em relação a dezembro de 2008. Prova dos aumentos nas remunerações médias recebidas pelos homens (0,86%) e pelas mulheres (3,81%). O salário médio do trabalhador brasiliense no final de 2009 era R$ 3.384,81. O das mulheres é R$ 3.552,17.

 

 

O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, diz que os números de 2009 refletem o efeito da crise financeira mundial no mercado de trabalho, mas, segundo ele, o importante é que, entre os países do G20, o Brasil foi o único que conseguiu registrar aumento nos postos de trabalho. “O pior resultado desde 2003 é positivo. Veio o crescimento, mas foi menor”, disse o ministro.

 

 

De acordo com a Rais, o número de trabalhadores com vínculos formais, tomando como referência dados da Rais de 2009 (41,207 milhões) acrescidos do saldo do Caged do primeiro semestre de 2010 (1,473 milhão), atingiu em junho de 2010 42,680 milhões de empregos. No governo Lula, de 2003 a junho de 2010, a geração de empregos formais atingiu 13,997 milhões. Segundo o ministro, será tranquilo cumprir a meta de 15 milhões de empregos formais no governo Lula.

 

 

Leia mais na edição desta sexta-feira (06) do Jornal de Brasília.

 

 

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