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Economia

Galípolo nega ser cotado para ministro da Fazenda e diz que mandato no BC vai até 2028

Presidente do Banco Central diz estar satisfeito com o cargo; Rafael Fonteles, Geraldo Alckmin, Camilo Santana e Renan Filho são citados para a equipe econômica de Lula

Redação Jornal de Brasília

27/10/2026 13h40

Foto: Lula Marques/Agência Brasil/Arquivo

Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central. Foto: Lula Marques/Agência Brasil/Arquivo

NATHALIA GARCIA
FOLHAPRESS

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, negou ser cotado para assumir o comando do Ministério da Fazenda no próximo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reeleito no último domingo (25), e disse que o seu mandato como chefe da autoridade monetária vai até o fim de 2028.

“Não é que estou sendo cotado. Na verdade, o que as matérias fizeram foi fazer algumas perguntas, e algumas pessoas de mercado comentaram meu nome. Não existe eu estar sendo cotado, nada disso relativo à Fazenda”, afirmou.

“Para quem é economista, não existe emprego mais legal do que eu estou. Adoro meu emprego, apesar dos desafios. […] Não tem nada mais legal do que poder estar no Banco Central do Brasil. Meu mandato vai até o final de 2028 e já estou começando a ficar agoniado com medidas que a gente solta e ficam um pouco mais longe. Estou muito contente aqui, estou feliz aqui”, complementou.

Não houve até agora nenhuma decisão de Lula. Como mostrou a Folha de S.Paulo, o presidente sinalizou a aliados que pode indicar o governador do Piauí, Rafael Fonteles, para a Fazenda. O vice-presidente Geraldo Alckmin também é citado para a função. Ambos são nomes de confiança do presidente e alinhados à sua agenda.

Os senadores Camilo Santana (PT-CE) e Renan Filho (MDB-AL), dois ex-ministros de Lula, também aparecem entre os cotados, e não se descarta até um nome de mercado.

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