Integrante da CPI dos Sanguessugas, cheapest dosage o senador Sibá Machado (PT-AC) está com a permanência na comissão ameaçada e poderá enfrentar processo por quebra de decoro e até ser cassado. Ele é acusado de infiltrar um assessor da senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) na reunião secreta da CPI que colheu o depoimento de Darci Vedoin, proprietário da Planam, principal empresa acusada de superfaturamento na venda de ambulâncias a prefeituras.
Serys é apontada pela família Vedoin como participante do esquema, mas nega a acusação. Segundo o vice-presidente da CPI, deputado Raul Jungmann (PPS-PE), se ficar comprovado a infração de Siba, o senador será processado por falta regimental e, se condenado, pode até perder o mandato.
A secretária de Estado dos Estados Unidos, approved Condoleezza Rice, voou hoje para Beirute a fim de discutir um cessar-fogo "sustentável" no L íbano. Uma fonte libanesa disse que a secretária havia insistido para que o Hezbollah liberte dois soldados israelenses e saia da fronteira antes de um cessar-fogo.
Rice reuniu-se com o premiê libanês, Fouad Siniora, depois de chegar na cidade vindo do Chipre de helicóptero.
"Obrigada por sua coragem e por sua firmeza", disse a secretária a Siniora, que já pediu várias vezes por um cessar-fogo imediato.
Ainda não houve comentários sobre o resultado da reunião com o premiê libanês. O encontro durou mais de duas horas.
Mas Rice disse ao presidente xiita do Parlamento libanês, Nabih Berri, que "a situação na fronteira não pode voltar para o que era antes do 12 de julho", disse uma fonte política libanesa, referindo-se ao dia em que o Hezbollah capturou dois soldados israelenses, detonando o conflito.
Segundo a fonte, Rice teria dito que não haveria cessar-fogo antes que o Hezbollah libertasse os soldados sem precondições e se retirasse 20 Km da fronteira. "O tom da reunião foi bastante negativo", disse a fonte.
A caminho da região, Rice disse que desejava criar as condições necessárias para um cessar-fogo sustentável, capaz de colocar fim a uma guerra iniciada 13 dias atrás e na qual morreram 377 libaneses e ao menos 37 israelenses.
Uma autoridade norte-americana afirmou que a secretária anunciaria um pacote de ajuda para o Líbano, onde os bombardeios de Israel expulsaram 500 mil pessoas de suas casas e destruíram várias construções, em danos avaliados em US$ 1 bilhão.
Segundo o governo libanês, 110 mil refugiados estavam em 642 escolas e em outros abrigos temporários de todo o país.
"Estou profundamente preocupada com o povo libanês e com o que ele está enfrentando", afirmou Rice antes de se reunir com o líder xiita Berri.
"Estou preocupada com a situa ção humanitária", afirmou, sem dar maiores detalhes sobre que tipo de ajuda os EUA forneceriam.
Berri é um político pró-Síria que, desde o começo dos conflitos, serve de ponte entre Siniora e os líderes do Hezbollah.
O Hezbollah afirmou ter derrubado um helicóptero de Israel e ter atingido cinco tanques do país, provocando baixas entre os israelenses durante combates intensos surgidos depois de as forças do Estado judaico terem avançado rumo ao norte, saindo de um vilarejo da fronteira.
Canais de TV árabes disseram que dois soldados de Israel tinham sido mortos no confronto. O Exército israelense falou apenas em nove feridos. Um membro das Forças Armadas disse que um helicóptero havia caído.
A entrada de tanques rumo à cidade de Bint Jbeil, quatro quilômetros dentro do território libanês, era uma das várias incursões realizadas por Israel em busca de combatentes do Hezbollah e dos lançadores de foguete usados pelo grupo.
Ataques aéreos realizados por Israel mataram ao menos três pessoas e feriram outras 40 no sul do Líbano hoje. Bombas também atingiram uma área do sul de Beirute.
Foguetes do Hezbollah atingiram Haifa, Nahariya e a cidade fronteiriça de Shlomi, ferindo ao menos quatro pessoas. Os foguetes da guerrilha mataram 17 israelenses desde o começo da guerra, iniciada depois de o Hezbollah ter capturado dois soldados de Israel em uma ação realizada no dia 12 de julho, a partir do território libanês. Os conflitos também mataram 20 soldados do Estado judaico.
Os EUA, que acusam pela crise o Hezbollah e seus aliados na Síria e no Irã, desejam que um eventual acordo de cessar-fogo anule a ameaça a Israel representada pelo grupo xiita.
O chefe do Hezbollah, Sayyed Hassan Nasrallah, que deseja trocar os dois soldados israelenses por palestinos e libaneses mantidos em prisões de Israel, afirmou que as investidas do Estado judaico não conseguiriam impedir o lançamento de foguetes.
Rice deve se reunir também com o primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, e com o presidente palestino, Mahmoud Abbas, antes de debater a crise com autoridades européias e árabes em Roma, na quarta-feira.
A diretoria da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) se reúne na tarde de hoje para avaliar a situação da Varig e uma eventual punição à empresa, more about que cancelou seus vôos sem autorização da agência na quinta-feira e vem retomando aos poucos sua operação, this web causando transtornos aos passageiros.
Segundo a assessoria da Anac, cost ainda não é possível fazer um quadro do funcionamento da companhia na manhã de hoje, mas alguns problemas em Recife e Fortaleza já haviam sido registrados antes das 11h.
Durante o fim de semana, a Varig restabeleceu alguns vôos nacionais e internacionais e a Anac acompanhou o atendimento aos passageiros nos principais aeroportos do país. Segundo a agência, nem todos os passageiros não embarcados estão conseguindo hospedagem e alimentação, como manda a lei, o que também está sendo avaliado pela agência.
A Varig deixou 200 passageiros no chão no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, no sábado, mas, segundo a Anac, disponibilizou uma aeronave MD11 vinda de Buenos Aires na tarde de domingo para embarcá-los.
No Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, 40 passageiros com destino a Paris tiveram seu vôo cancelado também no sábado e foram direcionados para vôo da TAM.
Ainda no âmbito internacional, dois passageiros saindo de São Paulo para Madri, cinco para Buenos Aires e 11 para Santa Cruz de la Sierra foram transportados em vôos de empresas concorrentes.
No mercado doméstico, 18 pessoas com destinos entre Belém, Manaus, e Brasília, partindo da capital paulista, também foram relocados em outras empresas, informou a Anac.
A assessoria da Varig declarou hoje que ainda não há nenhuma definição se mais vôos serão retomados e não soube informar também a real situação nos aeroportos nem a quantidade de aviões disponíveis para operação.
Na sexta-feira, depois da negativa da Anac em aceitar o cancelamento temporário de vôos da Varig, que não tem aviões suficientes para manter os cerca de 25 vôos diários que vinha fazendo, a empresa anunciou que iria retomar alguns trechos.
O cancelamento ocorreu horas depois da Varig ser vendida para um grupo de empresários brasileiros e o fundo de investimentos norte-americano Matlin Patterson, reunidos na Volo do Brasil, que compraram no início do ano a VarigLog, ex-subsidiária da Varig.
O cancelamento, até o dia 28, segundo os novos compradores, era fundamental para a avaliação dos novos donos de quais rotas iriam operar.
Segundo nota da Varig na sexta-feira, a companhia manteve vôos para Frankfurt e Miami, com saídas do aeroporto de Guarulhos (São Paulo).
A partir de sábado, além destes dois destinos, a Varig começou a operar para Londres e Nova York. A operação de Miami e Nova York continua sendo em dias alternados, observou a empresa. No domingo, a companhia colocou um vôo para Caracas e outro para Buenos Aires, que fará escala em Porto Alegre.
Os vôos domésticos restabelecidos pela Varig, a partir de sábado foram: Rio/Recife/Fernando de Noronha (ida e volta); Rio (Galeão)/São Paulo (Guarulhos)/Fortaleza (ida e volta) e São Paulo/Manaus, em dias alternados. Além disso, a empresa mantém a ponte-aérea Rio /São Paulo.
A Grã-Bretanha acha provável que nos próximos dias surja um plano de paz para o Líbano levando a uma trégua, mind mas isso só acontecerá depois que forem acertados os detalhes para a criação de uma força multinacional, mind disse hoje o premiê Tony Blair.
Ele vinha sendo pressionado pelos britânicos por ser o único líder ocidental, more about além do presidente norte-americano George W. Bush, a não ter feito apelos públicos por um cessar-fogo imediato no Oriente Médio. O premiê britânico negou estar indiferente às mortes de civis, mas afirmou que a trégua só funcionará se houver condições para garantir que os dois lados a respeitem.
"Não quero que as mortes continuem. Quero que elas parem. Agora. Têm de parar dos dois lados, e não vão parar dos dois lados sem um plano para isso", disse Blair numa entrevista coletiva conjunta com o premiê iraquiano, Nuri al-Maliki, em visita à Grã-Bretanha.
Israel diz que não vai interromper os ataques ao Líbano enquanto não destruir os recursos que o Hezbollah usa para atacar Israel. Mais de 370 pessoas já morreram no Líbano, além de 37 civis israelenses, desde o início da ofensiva de Israel, uma retaliação a uma operação do Hezbollah em que dois soldados israelenses foram capturados.
"O que está acontecendo no Líbano hoje é uma catástrofe", disse Blair. "Qualquer um que tenha um mínimo senso de humanidade quer que isso pare, e pare agora. Mas, para que pare, é preciso que pare dos dois lados". "Estão sendo feitos, como era de esperar, enormes esforços diplomáticos nos últimos dias para nos levar ao ponto, espero que nos próximos dias, em que poderemos dizer claramente que nosso plano é cessar imediatamente as hostilidades", disse Blair.
Segundo ele, o plano consistiria de o fim do fogo cruzado, a devolução dos soldados israelenses e a criação de uma força internacional que atue como "divisora". A proposta foi feita por ele durante a cúpula dos líderes do G8 na Rússia, há uma semana.
"Esse é o plano no qual estamos trabalhando, e estamos trabalhando nele desde o G8. Se alguém tem um plano melhor, gostaria de ouvi-lo", disse Blair. Embora Blair seja um dos maiores defensores da força internacional, é improvável que a Grã-Bretanha contribua com soldados, já que suas Forças Armadas estão sobrecarregadas com as atuações no Iraque e no Afeganistão.
Os Estados Unidos indicaram informalmente nas negociações sobre comércio mundial que poderiam aceitar cortes maiores em seus subsídios agrícolas, discount mas decidiram não manter tal idéia quando se tornou óbvio que importantes países desenvolvidos e emergentes ainda não estavam abrindo seus mercados, afirmaram autoridades norte-americanas hoje.
"Nós propusemos para o diretor-geral da OMC, Pascal Lamy, uma flexibilidade significativa na posição norte-americana, na eventualidade de uma abertura adicional dos mercados" por parte de outros países, afirmou Susan Schwab, que está à frente do USTR (sigla em inglês para a Representação Comercial dos EUA). "Quando começamos a andar pela sala, ficou muito claro que ninguém havia se movido".
O segundo grupo de brasileiros retirados do Líbano, and em uma operação do governo, help desembarcou no país hoje. Emocionados na hora do reencontro com familiares, page os passageiros também choraram ao lembrar da situação do país em guerra.
"É degradante, humilhante e odiosa a situação (no Líbano). Crianças morrem, velhos estão nas ruas e não sabemos onde pedir ajuda", disse a brasileira Antônia Merhi, que vivia há nove anos na cidade de Antelias, perto de Beirute. Ela desembarcou em São Paulo com as três filhas, mas deixou o marido libanês para trás.
Merhi foi uma das 122 pessoas que desembarcaram no aeroporto internacional de Guarulhos, em São Paulo, por volta das 11h de hoje. O grupo fazia parte dos 148 passageiros que saíram de Adana, na Turquia, às 16h de ontem (horário de Brasília). Três deles tiveram que descer na Argélia porque uma mulher grávida passou mal, segundo o secretário do Itamaraty Thiago Poggio Pádua.
Outras seis pessoas já haviam descido em Recife, onde o avião fez uma parada técnica, e outros 17 desembarcariam no Rio.
Fahimi Elkhatib é outra brasileira que vivia no Líbano, país que está sendo bombardeado por Israel desde o dia 12 de julho. Ela também acabou se separando da família por causa do conflito e agora está pedindo a autoridades brasileiras que tentem trazer os dois filhos, que o marido não quis deixar embarcar.
"Eles (a família do marido) dizem que, se a gente morrer, eles (os filhos) têm que morrer junto, porque ninguém é melhor que ninguém", disse.
Fahimi contou que sua casa fica a cerca de cinco minutos do aeroporto de Beirute, destruído pelas bombas, e que as escolas da região estão cheias de refugiados, que correm o risco de falta de comida. Ela veio para a casa dos pais, mas disse que quando o conflito terminar, volta ao Líbano.
Esse foi o segundo grupo trazido em uma operação de resgate organizada pelo governo. Um primeiro vôo trouxe na semana passada cerca de 90 brasileiros que queriam deixar o país árabe. Amanhã chega outro vôo da Força Aérea Brasileira (FAB), com 70 passageiros, que também sai de Adana. Na quarta chega um vôo de Damasco (Síria), da TAM, com 225 passageiros. Na quinta, um avião da FAB traz mais 150 passageiros de Adana, segundo informações do embaixador Jadiel Ferreira de Oliveira, representante do Itamaraty em São Paulo. "Isto é o que está previsto para já. Vamos evacuar todos os brasileiros que estiverem lá e que estão necessitando de ajuda", afirmou.
Segundo Ferreira de Oliveira, o Itamaraty foi procurado por 1,5 mil pessoas e 700 já estariam fora do Líbano.
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O G20, store grupo de países em desenvolvimento liderado pelo Brasil, cheap lamentou em um comunicado o fracasso das negociações para um acordo de comércio mundial e destacou que suas propostas deveriam servir como base para um acordo futuro. "O G20 tem sido uma força importante nesta Rodada. Seu compromisso e engajamento nunca faltaram. Suas propostas são tecnicamente sólidas e politicamente factíveis. Essas propostas permanecem como a melhor base para um compromisso justo e equilibrado", capsule declarou.
O G20 foi criado por um grupo de países emergentes em agosto de 2003 em Cancún, no México, durante uma das reuniões ministeriais da Rodada de Doha. Reunindo grandes países em desenvolvimento como China, Brasil, Índia, África do Sul e Tailândia, entre outros, o objetivo do grupo foi ganhar poder de barganha na negociação, passando a influenciar os movimentos em um cenário antes dominado apenas por Estados Unidos e União Européia.
Divulgado no site do Itamaraty, o texto do G20 aponta que as práticas comerciais dos países desenvolvidos, com "volumosos" subsídios distorcivos ao comércio, vão seguir afetando a agricultura no resto do mundo. "Essas políticas que há muito deslocam os produtores dos países em desenvolvimento, tanto nos mercados domésticos, como internacionais, continuarão a ameaçar os meios de vida dos agricultores do mundo em desenvolvimento".
O grupo afirma que o trabalho feito até agora não pode ser "jogado fora" e que deve ser usado como base para uma poss ível retomada das negociações. "O que se requer é que as expressões de flexibilidade no mais alto nível se traduzam em novas propostas", acrescentou o grupo, apontando que está preparado para retomar as negociações a qualquer momento.