A mediana do relatório Focus para o IPCA de 2026 permaneceu em 5,33% depois de subir por 15 semanas consecutivas. A estimativa está acima do teto da meta perseguida pelo Banco Central, de 4,50%. Há um mês, era de 5,09%.
Considerando apenas as 58 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, mais sensíveis a novidades, a mediana continuou em 5,36%.
A estimativa intermediária do mercado para o IPCA de 2027 subiu de 4,15% para 4,17%. Um mês antes, era de 4,02%. Considerando apenas as 57 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, passou de 4,18% para 4,20%.
A mediana do Focus para a inflação de 2028 permaneceu em 3,70%. Um mês antes, era de 3,66%. Para 2029, seguiu em 3,50%, pela 43ª semana consecutiva.
A trajetória prevista pelo mercado segue acima da esperada pelo Banco Central. Conforme o Relatório de Política Monetária (RPM) do segundo trimestre, publicado no último dia 25, a autoridade monetária prevê alta de 5,2% do IPCA em 2026, 3,7% em 2027 e 3,1% em 2028 – última estimativa disponível.
A partir de 2025, a meta de inflação passou a ser contínua, com base no IPCA acumulado em 12 meses. O centro é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto porcentual para mais ou para menos. Se a inflação ficar fora desse intervalo por seis meses consecutivos, considera-se que o BC perdeu o alvo.
*Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
Estadão Conteúdo.