Menu
Economia

FGV: alimentos puxam inflação pelo IPC-S

Arquivo Geral

02/05/2011 10h35

Após duas semanas de desacaleração da alta dos preços, a inflação registrada pelo grupo Alimentação voltou a avançar, puxando a alta de 0,95% do Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) em abril. Segundo informou hoje a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o grupo saiu de uma alta de 0,91% na quadrissemana encerrada em 22 de abril para um acréscimo de 1,04% na quadrissemana encerrada no dia 30.

Entre os itens que contribuíram para a inflação no grupo estão hortaliças e legumes (de 3,71% para 4,20%), panificados e biscoitos (de -0,43% para -0,22%), laticínios (de 2,12% para 2,51%) e carnes e peixes industrializados (de 0,74% para 1,16%). O item alimentação fora de casa também acelerou, de 0,70% para 0,89%.

Já as altas nos grupos Transportes (de 1,82% para 2,10%), Despesas Diversas (de 0,53% para 0,81%), Vestuário (de 1,06% para 1,34%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,87% para 1,10%) e Habitação (de 0,38% para 0,47%) foram puxadas por preços mais altos de gasolina (de 4,66% para 5,98%), cigarro (de 1,57% para 2,30%), roupas (de 1,11% para 1,51%), medicamentos em geral (de 1,71% para 2,82%) e tarifa de eletricidade residencial (de 0,45% para 1%), respectivamente.

Também estão entre as maiores variações de preços batata-inglesa (de 20,88% para 30,68%) e manga (de 21,56% para 23,31%). Entre as maiores variações negativas estão o tomate (de -12,77% para -16,81%), a laranja-pera (de -1,08% para -5,80%), a laranja-lima (de -16,14% para -19,14%) e a vagem comum (de -5,47% para -15,05%).

    Você também pode gostar

    FGV: alimentos puxam inflação pelo IPC-S

    Arquivo Geral

    08/12/2010 9h25

    A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S), que foi de 1,14% na quadrissemana até 7 de dezembro, foi a mais forte desde a primeira semana de fevereiro de 2010 (1,33%), informou hoje a Fundação Getúlio Vargas (FGV). A principal contribuição para a aceleração da alta dos preços no índice partiu do grupo Alimentação, cuja taxa passou de 2,27% no último resultado, de até 30 de novembro, para 2,72% nesta apuração. Nesta classe de despesa, a FGV destacou o comportamento de frutas (de 3,95% para 5,67%) e adoçantes (de 7,14% para 9,11%).

    Outras três das sete classes de despesa que compõem o índice registraram aceleração da alta de preços no período, enquanto apenas uma classe ficou estável e duas apresentaram recuos em suas taxas. Contribuíram para o avanço do IPC-S os grupos Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,39% para 0,47%), Despesas Diversas (de 0,31% para 0,37%) e Habitação (de 0,43% para 0,45%). Em sentido contrário, registraram decréscimos em suas taxas os grupos Vestuário (de 1,01% para 0,76%) e Transportes (de 0,69% para 0,67%). Segundo a FGV, os destaques em cada uma destas classes de despesa foram calçados (de 1,31% para 0,71%) e gasolina (de 1,36% para 1,06%).

    O grupo Educação, Leitura e Recreação repetiu a taxa apurada na última divulgação, de 0,34%. O destaque em sentido ascendente ficou com passagens aéreas (de 5,86% para 9,81%) e, em sentido descendente, com salas de espetáculo (de inflação de 0,01% para deflação de 1,40%).

      Você também pode gostar

      FGV: alimentos puxam inflação pelo IPC-S

      Arquivo Geral

      16/11/2010 9h45

      A principal contribuição para a taxa maior do Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S), que saltou de 0,67% para 0,72% entre a primeira e a segunda prévia de novembro, partiu do grupo alimentação, informou hoje a Fundação Getúlio Vargas (FGV). A inflação entre os alimentos acelerou de 1,54% para 1,63% no período.

      A FGV informou que foram apurados aumentos mais intensos de preços e fim de deflação em produtos importantes no cálculo da inflação do varejo, como carnes bovinas (de 4,98% para 6,97%) e frutas (de -0,64% para 0,61%).

      O grupo alimentação não foi o único a contribuir para a taxa maior do indicador. Mais quatro classes de despesa também apresentaram um cenário de inflação mais forte no mesmo período. É o caso de habitação (de 0,21% para 0,24%), vestuário (de 0,76% para 0,86%), transportes (de 0,66% para 0,77%) e despesas diversas (de 0,17% para 0,28%).

      Ainda segundo a FGV, o único grupo a apresentar desaceleração de preços no período foi o de Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,20% para 0,14%). Já o grupo Educação, Leitura e Recreação manteve a mesma taxa de elevação de preços no período (de 0,18%). A FGV informou ainda que, entre os produtos pesquisados para cálculo do IPC-S de até 15 de novembro, as elevações mais significativas foram apuradas nos preços de batata-inglesa (11,80%), gasolina (1,66%) e carne moída (8,69%). Já as mais expressivas quedas foram registradas nos preços de mamão papaia (baixa de 7,77%), banana-prata (recuo de 8,99%) e manga (queda de 13,10%).

        Você também pode gostar

        Assine nossa newsletter e
        mantenha-se bem informado