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Economia

Fed deve manter porta aberta para estímulo, diz Squanto

Arquivo Geral

01/11/2011 9h00

O Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), na reunião marcada para se iniciar hoje, deve manter a porta aberta para mais estímulos se houver necessidade, avalia a economista-chefe da gestora de ativos Squanto Investimentos, Marina Santos. “Apesar da melhora recente mostrada pelo PIB (dos EUA) relativo ao terceiro trimestre, outras variáveis fundamentais continuam muito fracas”, cita a analista. A Squanto administra US$ 250 milhões em ativos.

O Fomc (Federal Open Market Committee) divulga a decisão de política monetária na quarta-feira, durante o feriado no Brasil, seguida de entrevista coletiva do presidente do Fed, Ben Bernanke. Após um ritmo de crescimento da atividade inferior a 1% no primeiro semestre do ano, o PIB do país avançou 2,5% no terceiro trimestre, confirmando a expectativa do chairman Bernanke de alguma aceleração da atividade no segundo semestre, após a interrupção na cadeia de fornecimento em face do terremoto e tsunami no Japão.

Apesar do desempenho do PIB, Marina destaca, no entanto, retração da renda real disponível dos norte-americanos e cita que a taxa de poupança está no nível mais baixo desde o final de 2007. “Apesar da pequena volta do consumo, o mercado de trabalho continua muito fraco e a renda real não cresce”, acrescentou, à Agência Estado.

Em 2012, continua Marina, há peso da política fiscal sobre a atividade entre 1% e 2% do PIB. Também, ainda tem todos os reflexos da Europa que ainda não estão claros. “Por tudo isso, eu acredito que, apesar da melhora recente, o Fed deve manter um tom cauteloso em relação à economia americana”, citou.

A economista menciona ainda que discursos de membros do Comitê do Fed têm deixado claro que há preparação para mais estímulos – afrouxamento quantitativo – se for necessário. Marina considera que ainda há dúvidas se o país precisa experimentar deterioração adicional para ver medidas adicionais do Fed ou se já seria suficiente o fato de a economia estar tão abaixo do potencial e o desemprego muito acima do nível que seria considerado ótimo. “Dado tudo isso, não acredito que seja agora, mas a porta vai continuar aberta”, ponderou.

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    01/11/2011 9h00

    O Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), na reunião marcada para se iniciar hoje, deve manter a porta aberta para mais estímulos se houver necessidade, avalia a economista-chefe da gestora de ativos Squanto Investimentos, Marina Santos. “Apesar da melhora recente mostrada pelo PIB (dos EUA) relativo ao terceiro trimestre, outras variáveis fundamentais continuam muito fracas”, cita a analista. A Squanto administra US$ 250 milhões em ativos.

    O Fomc (Federal Open Market Committee) divulga a decisão de política monetária na quarta-feira, durante o feriado no Brasil, seguida de entrevista coletiva do presidente do Fed, Ben Bernanke. Após um ritmo de crescimento da atividade inferior a 1% no primeiro semestre do ano, o PIB do país avançou 2,5% no terceiro trimestre, confirmando a expectativa do chairman Bernanke de alguma aceleração da atividade no segundo semestre, após a interrupção na cadeia de fornecimento em face do terremoto e tsunami no Japão.

    Apesar do desempenho do PIB, Marina destaca, no entanto, retração da renda real disponível dos norte-americanos e cita que a taxa de poupança está no nível mais baixo desde o final de 2007. “Apesar da pequena volta do consumo, o mercado de trabalho continua muito fraco e a renda real não cresce”, acrescentou, à Agência Estado.

    Em 2012, continua Marina, há peso da política fiscal sobre a atividade entre 1% e 2% do PIB. Também, ainda tem todos os reflexos da Europa que ainda não estão claros. “Por tudo isso, eu acredito que, apesar da melhora recente, o Fed deve manter um tom cauteloso em relação à economia americana”, citou.

    A economista menciona ainda que discursos de membros do Comitê do Fed têm deixado claro que há preparação para mais estímulos – afrouxamento quantitativo – se for necessário. Marina considera que ainda há dúvidas se o país precisa experimentar deterioração adicional para ver medidas adicionais do Fed ou se já seria suficiente o fato de a economia estar tão abaixo do potencial e o desemprego muito acima do nível que seria considerado ótimo. “Dado tudo isso, não acredito que seja agora, mas a porta vai continuar aberta”, ponderou.

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      O Fomc (Federal Open Market Committee) divulga a decisão de política monetária na quarta-feira, durante o feriado no Brasil, seguida de entrevista coletiva do presidente do Fed, Ben Bernanke. Após um ritmo de crescimento da atividade inferior a 1% no primeiro semestre do ano, o PIB do país avançou 2,5% no terceiro trimestre, confirmando a expectativa do chairman Bernanke de alguma aceleração da atividade no segundo semestre, após a interrupção na cadeia de fornecimento em face do terremoto e tsunami no Japão.

      Apesar do desempenho do PIB, Marina destaca, no entanto, retração da renda real disponível dos norte-americanos e cita que a taxa de poupança está no nível mais baixo desde o final de 2007. “Apesar da pequena volta do consumo, o mercado de trabalho continua muito fraco e a renda real não cresce”, acrescentou, à Agência Estado.

      Em 2012, continua Marina, há peso da política fiscal sobre a atividade entre 1% e 2% do PIB. Também, ainda tem todos os reflexos da Europa que ainda não estão claros. “Por tudo isso, eu acredito que, apesar da melhora recente, o Fed deve manter um tom cauteloso em relação à economia americana”, citou.

      A economista menciona ainda que discursos de membros do Comitê do Fed têm deixado claro que há preparação para mais estímulos – afrouxamento quantitativo – se for necessário. Marina considera que ainda há dúvidas se o país precisa experimentar deterioração adicional para ver medidas adicionais do Fed ou se já seria suficiente o fato de a economia estar tão abaixo do potencial e o desemprego muito acima do nível que seria considerado ótimo. “Dado tudo isso, não acredito que seja agora, mas a porta vai continuar aberta”, ponderou.

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        O Fomc (Federal Open Market Committee) divulga a decisão de política monetária na quarta-feira, durante o feriado no Brasil, seguida de entrevista coletiva do presidente do Fed, Ben Bernanke. Após um ritmo de crescimento da atividade inferior a 1% no primeiro semestre do ano, o PIB do país avançou 2,5% no terceiro trimestre, confirmando a expectativa do chairman Bernanke de alguma aceleração da atividade no segundo semestre, após a interrupção na cadeia de fornecimento em face do terremoto e tsunami no Japão.

        Apesar do desempenho do PIB, Marina destaca, no entanto, retração da renda real disponível dos norte-americanos e cita que a taxa de poupança está no nível mais baixo desde o final de 2007. “Apesar da pequena volta do consumo, o mercado de trabalho continua muito fraco e a renda real não cresce”, acrescentou, à Agência Estado.

        Em 2012, continua Marina, há peso da política fiscal sobre a atividade entre 1% e 2% do PIB. Também, ainda tem todos os reflexos da Europa que ainda não estão claros. “Por tudo isso, eu acredito que, apesar da melhora recente, o Fed deve manter um tom cauteloso em relação à economia americana”, citou.

        A economista menciona ainda que discursos de membros do Comitê do Fed têm deixado claro que há preparação para mais estímulos – afrouxamento quantitativo – se for necessário. Marina considera que ainda há dúvidas se o país precisa experimentar deterioração adicional para ver medidas adicionais do Fed ou se já seria suficiente o fato de a economia estar tão abaixo do potencial e o desemprego muito acima do nível que seria considerado ótimo. “Dado tudo isso, não acredito que seja agora, mas a porta vai continuar aberta”, ponderou.

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          O Fomc (Federal Open Market Committee) divulga a decisão de política monetária na quarta-feira, durante o feriado no Brasil, seguida de entrevista coletiva do presidente do Fed, Ben Bernanke. Após um ritmo de crescimento da atividade inferior a 1% no primeiro semestre do ano, o PIB do país avançou 2,5% no terceiro trimestre, confirmando a expectativa do chairman Bernanke de alguma aceleração da atividade no segundo semestre, após a interrupção na cadeia de fornecimento em face do terremoto e tsunami no Japão.

          Apesar do desempenho do PIB, Marina destaca, no entanto, retração da renda real disponível dos norte-americanos e cita que a taxa de poupança está no nível mais baixo desde o final de 2007. “Apesar da pequena volta do consumo, o mercado de trabalho continua muito fraco e a renda real não cresce”, acrescentou, à Agência Estado.

          Em 2012, continua Marina, há peso da política fiscal sobre a atividade entre 1% e 2% do PIB. Também, ainda tem todos os reflexos da Europa que ainda não estão claros. “Por tudo isso, eu acredito que, apesar da melhora recente, o Fed deve manter um tom cauteloso em relação à economia americana”, citou.

          A economista menciona ainda que discursos de membros do Comitê do Fed têm deixado claro que há preparação para mais estímulos – afrouxamento quantitativo – se for necessário. Marina considera que ainda há dúvidas se o país precisa experimentar deterioração adicional para ver medidas adicionais do Fed ou se já seria suficiente o fato de a economia estar tão abaixo do potencial e o desemprego muito acima do nível que seria considerado ótimo. “Dado tudo isso, não acredito que seja agora, mas a porta vai continuar aberta”, ponderou.

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