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Economia

EUA reforçam desejo de minimizar presença em GM e Chrysler

Arquivo Geral

27/07/2009 0h00

O Governo americano reiterou hoje que quer minimizar sua presença na General Motors (GM) e na Chrysler, nurse mas esclareceu que não venderá o total de sua participação nas montadoras.

Ron Bloom, troche responsável pelo grupo que supervisiona as operações da GM e da Chrysler, disse hoje que embora o Governo queira vender suas ações o mais rápido possível, também não quer se desprender de toda sua participação nas fabricantes.

“Não esperamos vender a totalidade da participação”, declarou hoje Bloom durante uma audiência do Painel de Supervisão do Congresso realizado em Detroit.

Bloom também não quis estabelecer um calendário de quando o Governo americano poderia vender sua participação na GM.

“A melhor forma de sair o mais rápido possível é não se comprometer com uma agenda definida”, declarou.

O Departamento do Tesouro possui hoje 60,8% da General Motors (GM) e 8% da Chrysler, após emprestar às duas empresas US$ 70 bilhões para sua reestruturação e saída da quebra.

A GM indicou que quer emitir uma oferta pública de ações em 2010, momento em que o Governo americano poderia se desprender de grande parte de sua participação na montadora.

Bloom destacou que o investimento do Governo americano na GM e na Chrysler terá sucesso “se os contribuintes recuperarem seu dinheiro”.

O assessor da Casa Branca explicou que os conselhos de administração da GM e da Chrysler serão independentes e funcionarão sem intromissão governamental porque, caso contrário, as montadoras teriam dificuldades para devolver o dinheiro emprestado.

O tesoureiro da Chrysler, Jan Bertsch, confirmou durante a audiência as palavras de Bloom.

“O dia a dia é responsabilidade de nossa empresa”, assegurou.

Bertsch disse que a Chrysler devolverá o dinheiro público em três pagamentos, a serem feitos em 2011, 2016 e 2017. Após sair da quebra, em 10 de junho, a montadora está agora sob controle da italiana Fiat.

Já o tesoureiro da GM, Walter Borst, assegurou que a companhia pagará os empréstimos dados pelo Governo até 2015.

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