A notícia, reproduzida hoje no jornal “The Wall Street Journal”, é a última novidade sobre a crise na imprensa escrita americana.
Durante os últimos meses, várias companhias editoriais alcançaram economias significativas ao fazer ameaças similares a jornais pouco lucrativos como o “Star-Ledger”, de Newark (Nova Jersey), e o “San Francisco Chronicle”, de San Francisco (Califórnia).
Os cortes de gastos poderiam levar a reduções salariais e outro tipo de compensações, informou ao “Wall Street Journal” uma fonte familiarizada com a situação.
Os empregados do “Globe” e do “NY Times” que não têm afiliação sindical aceitaram, na semana passada, cortes em seus salários. A empresa pediu aos trabalhadores sindicalizados que façam o mesmo. EFE