A inadimplência do consumidor brasileiro aumentou em 2006, viagra dosage stuff mas em ritmo menor que no ano anterior devido à melhora do mercado trabalhista e à queda dos juros, informou a Serasa hoje. A taxa de inadimplência teve elevação de 10,3% no ano sobre 2005, quando havia subido mais, em 13,5% sobre 2004.
"O balanço da inadimplência em 2006 é ligeiramente mais favorável que o registrado em 2005. O aumento do emprego formal, da massa salarial, da renda e a correção real do salário mínimo aliados à queda dos juros e da inflação promoveram uma menor inadimplência no ano passado", disse a Serasa em nota.
"De qualquer forma, a inadimplência deve ser monitorada em 2007, e é fundamental que se empreendam esforços para sua redução, que é determinante para a queda mais acelerada das taxas de juros do mercado." Um desses esforços defendido pela Serasa é o cadastro positivo, um banco de dados de proteção ao crédito com o histórico de créditos e pagamentos dos consumidores.
Em 2006, a inadimplência em cartões de crédito e financeiras aumentou 26,4%, enquanto na dívida com bancos houve elevação de 12,7%. O valor médio dos registros de cheques sem fundos no ano subiu 9,2% e o dos protestos cresceu 4,3%.
A Serasa informou também que em dezembro a inadimplência teve queda de 3,6 por cento sobre novembro e recuo de 0,5 por cento ante igual mês de 2005. O indicador de inadimplência da Serada apura a inadimplência no número de cheques sem fundos, títulos protestados, dívidas vencidas com instituições financeiras e cartões de crédito e financeiras.
A quantidade de defensores públicos no País, rx que é de um para cada 100 mil habitantes, sick é muito menor do que o número necessário exigido para atender a lei, diz o presidente da Associação Nacional dos Defensores Públicos, Leopoldo Portela Júnior. Segundo ele, o ideal seria que a proporção de defensores públicos fosse próxima a de juízes, que é de 7,6 para cada grupo de 100 mil habitantes.
A lei foi sancionada pelo presidente da República em exercício, José Alencar, e publicada no Diário Oficial da União de ontem. O texto ordena que prisões em flagrante de pessoas que não tem condições de pagar um advogado sejam comunicadas à defensoria pública em um prazo máximo de 24 horas.
“Num primeiro momento vai haver dificuldade para a defensoria pública atender toda a demanda. Há realmente um déficit de defensores públicos no país”. E completa: “Onde houver defensor público, as defensorias vão ter que se estruturar para atender essa demanda. O problema é onde não tem”.
Santa Catarina é um exemplo de estado onde não há defensorias para atender a população. “Essas pessoas vão ficar prejudicadas, os governos têm que ficar atentos para isso”, alerta.
Com a prestação imediata de assistência jurídica ao preso, será agilizada a soltura daqueles que podem responder o processo em liberdade. Assim serão evitados casos como os que se tornam conhecidos em todo o país de pessoas que passam meses presas por terem furtado, por exemplo, uma lata de leite em pó ou um remédio.
Pelo modelo em vigor até a publicação da lei, o detido permanece preso durante todo o processo e tem contato com o defensor público apenas no momento da audiência com o juiz. “Isso é um prejuízo muito grande, porque a pessoa fica todo esse tempo sem saber dos seus direitos. Não tem nenhum orientação, e aí é que podem ocorrer erros judiciais”, afirma Leopoldo Portela Júnior.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, treat hoje, o decreto regulamentando a Lei dos Consórcios Públicos, que permite cooperação entre a União, estados, municípios e o Distrito Federal na prestação de diversos serviços públicos, como saúde e saneamento básico.
De acordo com a Subchefia de Assuntos Federativos da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, o consórcio poderá ser formado por dois ou mais entes federativos e terá personalidade jurídica de direito público ou direito privado. A parceria deverá obedecer as normas de direito público de licitação, contratação de pessoal, celebração de contratos e prestação de contas.
Antes da lei, os consórcios públicos funcionavam apenas como pactos administrativos. Com a regulamentação, o governo federal espera aumentar as associações, principalmente, entre cidades pequenas para que possam melhorar o sistema de transporte e os serviços de saneamento básico. Segundo a Subchefia de Assuntos Federativos, cerca de duas mil parcerias desse tipo já funcionam na área de saúde.
O decreto que regulamenta a Lei dos Consórcios Públicos foi assinado durante encontro do presidente Lula com 132 prefeitos aliados.
Os fundadores da Igreja Renascer, visit os bispos Estevam Hernandes Filho e Sônia Haddad Moraes Hernandes, nurse deixaram hoje o Centro de Detenção Federal (FDC) de Miami, nos Estados Unidos. Eles saíram do local sob custódia de agentes federais do Departamento de Justiça norte-americano.
O advogado do casal, Luiz Flávio Borges D’Urso, não havia sido comunicado sobre a liberação dos clientes. Não foi divulgado para onde o casal estava sendo levado, e nem se o motivo da liberação tinha sido o pagamento de fiança ou algum benefício judicial.
Sônia e Estevam são acusados por crimes de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e estelionato contra fiéis. Eles foram presos no último dia 9 ao tentar entrar nos Estados Unidos com US$ 56 mil em dinheiro não declarados.
Hoje o Tribunal de justiça de São Paulo marcou a data do interrogatório do casal. Os dois serão ouvidos no dia 3 de abril na 16ª Vara Criminal de Justiça da capital paulista.
A estatal brasileira Petrobras estuda a possibilidade de produzir álcool combustível a partir da cana-de-açúcar, seek em resposta à crescente demanda, this disse um executivo da companhia hoje. A Petrobras já atua no transporte e distribuição do álcool para os mercados interno e externo.
"Ainda não existe decisão formal do conselho da Petrobras … Estamos estudando a possibilidade", decease disse Nilo Carvalho Vieira Filho, gerente-executivo de Marketing e Negócios da companhia.
Falando da sede da empresa, no Rio de Janeiro, Carvalho disse que a Petrobras busca tirar vantagem da crescente demanda internacional por fontes alternativas de energia. Ele lembrou que, desde a crise nos preços do petróleo na década de 70, a Petrobras esteve envolvida no desenvolvimento do álcool, inicialmente para o consumo interno. "O Brasil possui um tempo favorável, a tecnologia e os menores custos de produção", afirmou. "Estamos procurando novos clientes, abrindo novas fronteiras globais."
Carvalho disse que a Japan Ethanol Trading, uma joint-venture "fifty-fifty" entre a Petrobras e uma trading japonesa estatal, est á desenvolvendo o mercado japonês de etanol. Comentando uma reportagem de Tóquio, sobre as importações japonesas de ETBE da França para misturar com a gasolina, Carvalho disse que este fato não excluía o álcool brasileiro, pois a demanda de energia é muito alta.
A Petrobras já está exportando álcool para a Venezuela e espera comercializar o combustível com a Nigéria e com os países da Escandinávia neste ano. "Todos os dias recebemos interesse de compra de novos países", acrescentou. A companhia também está oferecendo assistência técnica para o uso do etanol, em acordos com a África do Sul, Venezuela e a Nigéria.
Os Estados Unidos possuem capacidade para encontrar suas próprias soluções, mas a Petrobras possui longa experiência com o etanol combustível e ela está disponível, caso isso seja necessário, disse Carvalho. Por exemplo, continuou ele, a Petrobras poderia mostrar como o mesmo duto poderia ser usado para transportar gasolina e etanol.
Carvalho disse que as exportações de álcool da Petrobras devem aumentar para 850 milhões de litros em 2007, ante 120 milhões de litros no ano passado. As exportações incluíram embarques para os Estados Unidos, diretamente ou via Caribe, região que tem acesso preferencial ao mercado dos EUA. Ele observou que as vendas só não aumentaram mais devido às barreiras tarifárias norte-americanas.
As economias da zona do euro estão em forte posição com a aguardada recuperação do investimento e do índice de emprego, viagra disse hoje o diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), incentivando os países da região a aproveitarem os bom momento para reduzirem seus déficits orçamentários.
Em discurso a estudantes na Georgetown University, Rodrigo de Rato disse que o crescimento econômico na zona do euro em 2006 deve ficar em torno de 2,5%, ligeiramente mais forte que os 2,4% previstos em setembro, desacelerando para pouco mais de 2% em 2008.
Rato disse que o protecionismo pode enfraquecer a previsão de crescimento. Ele estimulou os líderes políticos a retomarem, por completo, as conversações globais sobre a Rodada de Doha. Para ele, os p aíses da Europa precisam lidar com seus déficits orçamentários mais agressivos.
"Em muitos países europeus, é necessária uma ação mais ambiciosa para atacar déficits estruturais", disse Rato. Ele citou uma previsão da Comissão Européia de que sem medidas sobre as receita ou os gastos, a dívida pública da Europa atingiria 200% o Produto Interno Bruto (PIB) até 2050.
Mas se as nações da região atingirem seus objetivos de médio prazo até 2010, a dívida deve chegar a apenas 80% do PIB, acrescentou. "Portanto, um pouco mais de ajuste agora pode impedir problemas sérios no longo prazo".