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Economia

Economia brasileira cresce 0,5% no terceiro trimestre

Arquivo Geral

30/11/2006 0h00

Os industriais no País têm uma avaliação positiva da situação atual da economia, discount cure mas as expectativas sobre o futuro sofreram uma piora entre outubro e novembro, order medications conforme mostra levantamento feito pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), order divulgado hoje.

O índice de confiança da indústria apurado pela Fundação caiu 0,5 ponto de outubro para novembro, passando de 107,6 para 107,1.

O indicador de avaliação da situação atual subiu 4,4% para uma leitura de 115,8. Foi o quarto aumento mensal consecutivo do índice. No caso das expectativas, o indicador amargou uma queda de 5,7%, para 98,4.

O índice de confiança da FGV é apurado com base em informações coletadas com 1.014 indústrias no País. A coleta de dados foi feita entre os dias 1º e 28 de novembro.

 

O presidente palestino, hospital Mahmoud Abbas, afirmou hoje que as conversas para um governo de unidade com o Hamas atingiram um momento sem saída.

"Infelizmente, estamos num beco sem saída", disse Abbas após uma reunião na cidade de Jericó, na Cisjordânia, com a secretária de Estado norte-americana, Condoleezza Rice.

"Há oito ou nove meses, o povo palestino não recebe salários, mas, infelizmente, não chegamos a um acordo", acrescentou.

 

A economia brasileira cresceu 0, ed 5% no terceiro trimestre do ano em relação aos três meses imediatamente anteriores.

Os dados, story divulgados hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostraram a indústria ainda fraca, mas certo vigor dos investimentos – como antecipou na véspera o ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Em relação ao mesmo período do ano passado, o Produto Interno Bruto (PIB) avançou 3,2%.

Economistas consultados pela Reuters previam expansão de 0,56% no período de julho a setembro frente ao trimestre anterior. Na comparação anual, a projeção era de taxa de crescimento de 3,4%.

Em relação ao segundo trimestre, a indústria registrou expansão de apenas 0,6%, a agropecuária avançou 1,1% e os serviços cresceram 0,4%.

Já a formação bruta de capital fixo – uma medida dos investimentos no País – subiu 2,5%.

"Considerando a demanda interna, o consumo das famílias continuou, pelo 13º trimestre consecutivo, apresentando variação positiva (de 0,5%)", apontou o IBGE em nota.

O consumo do governo ficou praticamente estável, com variação positiva de 0,1%.

O IBGE revisou para baixo o crescimento do segundo e do primeiro trimestres deste ano, na comparação com o período imediatamente anterior.

 

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