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Economia

É "muito difícil" que dólar volte a R$ 2,90, avalia Mantega

Arquivo Geral

01/08/2006 0h00

O Exército de Israel negou informações veiculadas pela imprensa hoje, ambulance dosage dizendo que as Forças Armadas teriam advertido os moradores de algumas regiões ao norte do rio Litani, mind no Líbano, there para que deixassem suas casas, em antecipação a uma expansão das operações de terra contra o Hezbollah.

Uma porta-voz do Exército israelense negou uma notícia do site do NRG Maariv, de que Israel estava distribuindo panfletos pedindo aos moradores ao norte do Litani que fossem para o norte, porque se preparava para atacar. A emissora Channel 2 também relatou a advertência.

O gabinete de segurança de Israel, na manhã hoje, aprovou uma incursão militar de 6km a 7km no sul do Líbano, mas não a ocupação de todo o território até o Litani, disseram fontes políticas. O rio, a 20km da fronteira israelense, é visto como uma fronteira estratégica. Entretanto, Israel pretende fazer os guerrilheiros do Hezbollah recuarem até a região do rio, fontes políticas disseram.

O ministro da Fazenda, buy Guido Mantega, afirmou hoje que o governo "continuar á a fazer esforços" para atenuar a valorização do real, mas ponderou que é difícil que o Brasil volte a ter o dólar cotado a R$ 2,90.

"Estamos fadados a ter uma moeda valorizada", disse a jornalistas após participar de seminário em São Paulo. Apesar de dizer que gostaria de um câmbio mais desvalorizado e de juros menores no País, Mantega sustentou que não fará "nenhuma loucura". "É muito difícil o Brasil voltar a ter um câmbio de R$ 2,90 (por dólar), temos que nos acostumar com um patamar menor porque, quanto mais o Brasil melhora, mais o câmbio fica assim (com o real valorizado)", acrescentou. 

"O governo continuará a fazer esforços para não permitir uma deterioração (do câmbio). O governo está atuando, está comprando reservas e fazendo leilões (no mercado). Se não estivesse atuando, o câmbio estaria abaixo de R$ 2 (por dólar)". Em julho, o Banco Central realizou leilão de compra de dólares no mercado à vista quase que diariamente.

O ministro ressaltou, no entanto, que no momento o governo não está estudando novas medidas para conter a valorização do câmbio, como a reforma da legislação cambial anunciada na semana passada, e voltou a descartar controle de capitais. Para o ministro, as principais causas da valorização do real são o forte superávit comercial, a solidez da economia, que atrai investidores, e em menor grau os juros altos.

No ano, até o fechamento de julho, o dólar acumula queda de 6,41% diante do real. Hoje, a moeda norte-americana beirava R$ 2,19 e a previsão de analistas, segundo o último relatório Focus, é de R$ 2,23 no encerramento de 2006.

 

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