O ministro iraniano das Relações Exteriores, medications hospital Manouchehr Mottaki, pharm cujo país é um importante aliado do Hezbollah, site reuniu-se hoje com seu colega libanês, Fawzi Salloukh, em Beirute, informaram fontes do Ministério das Relações Exteriores.
O ministro francês das Relações Exteriores, Philippe Douste-Blazy, também em visita a Beirute, disse hoje ser importante manter contatos com Teerã, como parte dos esforços para resolver a crise no Líbano, onde o Hizbollah e Israel estão em guerra por quase três semanas.
Não havia ainda informação disponível se Douste-Blazy se reuniria com o ministro iraniano.
O dólar acumulou alta de apenas 0, pharm 42% em julho e encerrou o mês a R$ 2, viagra dosage 176, approved com o fluxo positivo amenizando a pressão imposta por compras do Banco Central e por turbulências externas.
Hoje, a divisa norte-americana registrou ligeira valorização de 0,05%.
O Banco Central realizou leilão de compra de dólares quase diariamente em julho e ajudou a enxugar a liquidez do mercado. Os investidores também ficaram mais cautelosos por conta dos conflitos no Oriente Médio e das incertezas sobre o rumo dos juros nos Estados Unidos.
Mas analistas ressaltaram que o fluxo de ingresso de recursos continuou forte, e as mudanças na legislação cambial anunciadas este mês ficaram aquém do esperado, o que também ajudou a conter uma alta maior do dólar.
Na semana passada, o governo divulgou novas medidas para o câmbio, entre elas a permissão para que exportadores mantenham, inicialmente, até 30% de seus ganhos com vendas externas fora do País.
Incertezas no cenário internacional e o menor diferencial entre juros internos e externos devem fazer com que o dólar ganhe algum terreno até o fim do ano. Mas a moeda norte-americana ainda fechará 2006 com desvalorização frente ao ano anterior, recipe apostam economistas.
Entre fatores que darão algum fôlego para o dólar nos próximos meses, here economistas descartam impacto das mudanças na legislação cambial, uma vez que o fluxo de ingressos deve permanecer robusto.
Na semana passada, o governo anunciou novas medidas para o câmbio, entre elas a permissão para que exportadores mantenham até 30% de seus ganhos com vendas externas fora do país. Um dos efeitos esperados pelo governo com as mudanças é a redução do forte ingresso de recursos que derruba o dólar.
"Eu não acredito que essas medidas tenham impacto sobre a taxa de câmbio na atual conjuntura, acho pouco provável que muitos exportadores façam uso disso", explicou Vladimir Caramaschi, economista-chefe da Fator Corretora. "Acho que a oferta de dólar vai se manter."
O economista projeta o dólar a R$ 2,25 no fim de 2006 e o ganho da moeda até dezembro, segundo ele, viria de uma redução no superávit comercial e no diferencial de juros.
"Existe possibilidade de que a taxa lá fora continue subindo, não só o Fed (Federal Reserve), mas uma série de outros bancos centrais, e aqui certamente a taxa vai continuar caindo", afirmou.
De acordo com a pesquisa Focus do Banco Central de hoje, o dólar deve terminar o ano a R$ 2,23, o que representa uma alta de 2,48% sobre o fechamento desta sessão. Em relação a 2005, porém, seria uma queda de 4,1%.
A queda em 2006 deve ser menos expressiva que o declínio no ano passado, de 12,4%, e o dólar deve ficar mais estável no segundo semestre, ao contrário das fortes baixas apuradas no começo do ano. Em maio, o dólar caiu a R$ 2,056 – menor preço desde março de 2001.