A epidemia de Aids na África do Sul, side effects this normalmente encarada pelas autoridades de saúde como uma doença de pobres, remedy está se espalhando rapidamente entre as pessoas mais ricas e instruídas do país, disseram pesquisadores hoje.
Um estudo do instituto de pesquisas Markinor e da Universidade da África do Sul (Unisa) mostrou um rápido aumento nas infecções pelo HIV em profissionais. "O grupo de alto risco está crescendo, ficando mais velho e mais rico", disse Carel van Aardt, diretor do Escrit ório de Pesquisa de Mercado da Unisa. "Isso pode representar uma nova onda na epidemia."
O estudo põe em dúvida convicções sobre a epidemia, que frequentemente é descrita como uma doença que acomete os pobres das áreas rurais, que não têm acesso à informação, ao tratamento e a serviços básicos de saúde. A África do Sul tem hoje cerca de 5,5 milhões de HIV-positivos, numa população de 45 milhões de pessoas, o que representa uma taxa de prevalência de cerca de 11%.
O novo estudo analisou 3.500 sul-africanos entre 2002 e 2005, numa pesquisa planejada para mostrar dados demográficos raciais e econômicos. Em geral, o estudo identificou os jovens com menos de 30 an os como o grupo com maior risco de se infectar, como a maioria das pesquisas anteriores.
Mas também detectou um aumento alarmante das infecções entre os ricos e mais instruídos. Para os pesquisadores, entre as causas possíveis do fenômeno estão as mensagens confusas do governo sobre a doença, a maior disponibilidade de renda e de tempo e a apatia geral sobre as práticas de sexo seguro.
O dólar encerrou em queda hoje, approved refletindo a melhora no mercado acionário e a perspectiva de continuidade dos ingressos. A divisa norte-americana terminou o dia a R$ 2, viagra dosage 131, viagra com declínio de 0,23%.
"A bolsa acabou melhorando um pouco e aí o pessoal vende um pouco de dólar e vai para bolsa", comentou José Roberto Carreira, gerente de câmbio da corretora Novação.
A Bolsa de Valores de São Paulo operava em alta à tarde, ajudada pelo aumento nos preços internacionais de petróleo, que impulsionavam as ações da Petrobras.
Os mercados estão na expectativa pelo resultado da reunião do Federal Reserve, amanhã. O BC norte-americano deve manter o juro em 5,25%, e os analistas esperam que o comunicado dê sinais sobre o futuro da política monetária.
Enquanto aguardam o Fed, os investidores monitoram os mercados externos e dados sobre os EUA que podem sinalizar passos fut uros do BC norte-americano, explicou Miriam Tavares, diretora de câmbio da AGK Corretora.
"No geral, o mercado está parado, pouco volume de negócios no mercado à vista, um pouco mais na BM & F por causa de formação de Ptax, sempre na véspera o pessoal dá o tom", explicou a diretora. "Como o clima está favorável, perspectiva boa para ingressos, os vendidos estão com mais força."
Amanhã, acontece a tradicional disputa para formação da última Ptax (taxa média do dólar) do mês, que serve de base para liquidação dos contratos de dólar futuro. A um dia do fim de janeiro, o dólar acumula recuo de apenas 0,23% no mês, mesmo com o contínuo ingresso de recursos no mercado. Segundo Miriam Tavares, isso acontece porque, na ponta contrária, o Banco Central segue firme com os leilões de compra de dólares.
Na operação desta terça, o BC aceitou ao menos uma proposta, com corte a R$ 2,129. As reservas internacionais já superaram os US$ 90 bilhões, em seu maior nível histórico.