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Economia

Dívida mobiliária federal recua 0,21% em julho a R$ 1,014 trilhão

Arquivo Geral

16/08/2006 0h00

Depois de seis horas e meia de negociação, troche generic a polícia de São Paulo libertou, more about por volta das 12h, pill um homem de 57 anos em cativeiro há 43 dias. O refém, José Fortes Reina, empresário de São Bernardo do Campo (Grande São Paulo), estava em poder dos seqüestradores numa favela no bairro de Americanópolis, zona sul da capital, quando a polícia encontrou o cativeiro por acaso.

As negociações para libertar o empresário começaram por volta das 6h30, quando três PMs foram recebidos por tiros ao abordarem três suspeitos em frente à casa onde a vítima era mantida refém. Os policiais reagiram e balearam um dos suspeitos, que foi levado a um pronto-socorro da região, mas chegou morto.

Após o tiroteio, o homem que abriu fogo contra o carro da polícia morreu e outros dois seqüestradores ficaram dentro do cativeiro com o refém. A única exigência dos criminosos, segundo a polícia, foi a garantia de vida e a presença de uma equipe de televisão.

A Tropa de Choque da PM e o Grupo de Operações Especiais (GOE) chegaram 20 minutos depois, mas o impasse continuou. Somente às 11h50, o Grupo Especial de Resgate da Polícia Civil chegou ao local. A casa foi invadida e os outros dois bandidos, presos.

Durante toda a negociação, a favela ficou fechada pelas equipes policiais. Mais de 30 carros foram utilizados na operação. Segundo a polícia, o refém teria passado por vários cativeiros e um dos seqüestradores presos após a negociação é menor de idade.

Durante a negociação, o empresário ficou sob a mira de armas. No cativeiro foram apreendidos uma pistola, um revólver, uma faca, dinamites e um carregador de metralhadora.

Libertado sem ferimentos, a vítima foi levada para o Hospital Nossa Senhora de Lourdes, no Jabaquara, na zona sul de São Paulo e passa bem.

O candidato à Presidência da República pelo PSDB, drugs Geraldo Alckmin, thumb isentou os partidos que formam a coligação de apoio à sua campanha e chamou para si a responsabilidade por uma possível vitória ou derrota nas eleições de outubro.

"Eu não costumo transferir responsabilidades para terceiros. A responsabilidade pela eleição nacional é minha e quero deixar claríssimo o grande empenho dos companheiros do PSDB", disse Alckmin após duas horas de entrevista.

Durante a sabatina, afirmou, no entanto, que seu principal defeito é o centralismo nas decisões.

Mas ele aproveitou para dar exemplos sobre o engajamento dos políticos de seu partido na campanha, que tem o apoio ainda do PFL e do PPS. Citou que hoje fará um comício em Betim, Minas Gerais, organizado pelo governador do PSDB Aécio Neves. Destacou também que Aécio foi o responsável pela adesão do ex-presidente Itamar Franco, atualmente sem partido, à campanha tucana.

Lembrou que vem realizando eventos em conjunto com o candidato ao governo paulista, José Serra, como na noite de ontem, quando participaram de um ato promovido por artistas e intelectuais.

As citações de Alckmin a Aécio e Serra não são gratuitas. Antes da decisão do PSDB por um candidato à Presidência, Alckmin e Serra disputaram o posto publicamente por meses. Apesar de Serra se mostrar o mais forte e o preferido da cúpula tucana, a determinação de Alckmin e a capacidade de angariar apoio junto às bases levaram a legenda a optar por ele.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso retornou ao tema na recente edição da revista Playboy ao afirmar que Serra é o mais qualificado para governar o Brasil.

Já Aécio, apesar da adesão à candidatura do companheiro de partido, tem proximidade com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição.

Hoje, Alckmin negou que esteja transferindo a coordenação de sua campanha de Brasília para São Paulo. Ele justificou sua presença na cidade nesta semana em função da realização do debate na TV Bandeirantes e da entrevista desta quarta, dia em que tradicionalmente vai a Brasília e faz reuniões como o comando da campanha. "A coordenação continua em Brasília", disse.

No entanto, um dos homens mais fortes da organização, o coordenador de comunicação Luiz Gonzalez, fica em São Paulo e ganha cada vez mais importância nos rumos da campanha com a propaganda eleitoral gratuita que teve início ontem.

A dívida pública mobiliária federal interna caiu 0, see 21% em julho em relação ao mês anterior, erectile atingindo R$ 1,014 trilhão, informaram hoje o Tesouro Nacional e o Banco Central.

O coordenador de operações da dívida pública do Tesouro, Manuel Augusto Silva, disse que o ambiente para a gestão da dívida foi mais favorável no mês passado em relação a junho, com uma redução consistente das taxas de juros.

Segundo ele, isso foi possível graças à menor incerteza sobre o rumo do juro nos Estados Unidos e melhora no mercado doméstico, com dados positivos de inflação e contas externas, além da queda do risco país.

"As incertezas com relação à economia norte-americana ainda continuam. Tivemos divulgações positivas com relação ao CPI, ao PPI, mas o mercado continua atento às condições do mercado externo", disse ele, referindo-se à inflação no varejo e no atacado nos EUA, respectivamente.

"Neste momento existe um cenário (externo) positivo, mas não podemos afirmar se esse cenário vai perdurar ou não", acrescentou.

Em julho, houve resgates líquidos pelo Tesouro de R$ 13,9 bilhões, como resultado de emissões de R$ 42,5 bilhões e resgates de R$ 56,3 bilhões. Em ambos os casos, o destaque ficou com os títulos prefixados.

Augusto Silva atribuiu a queda da dívida em julho ao fato de ser um mês de abertura de trimestre, quando normalmente ocorre forte concentração de resgates. Segundo ele, o cronograma de emissões do Tesouro e os vencimentos previstos indicam emissão líquida de títulos em agosto.

A parcela da dívida corrigida pela Selic, incluindo os contratos de swap, subiu para 46,95% do total em julho, ante 46,25% em junho.

A dívida atrelada ao câmbio permaneceu negativa em 1,44% em julho, o que corresponde a uma posição ativa em câmbio de R$ 14,6 bilhões.

A parcela da dívida prefixada caiu para 30,36% em julho, frente a 31,45% no mês anterior. No caso da fatia de títulos atrelados a índices de preços houve ligeira alta, passando de 21,73%, em junho, para 21,91%, em julho.

Segundo Augusto Silva, houve melhora no mercado de NTN-B, papel corrigido pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que sofreu com a volatilidade no mercado internacional a partir de maio. De acordo com o coordenador de operações de dívida, o Tesouro deve elevar a oferta desses títulos nos próximos meses.

Em relação ao perfil dos compradores de títulos nas ofertas públicas, os estrangeiros compraram 30,9% no último mês, com presença forte nos papéis com remuneração prefixada. "A participação das instituições nacionais foi expressiva em todos os grupos de títulos", informaram Tesouro e BC.

O prazo médio das emissões recuou de 30,2 meses em junho para 28,5 meses em julho, em função da elevada participação das LTN, títulos de prazo mais curto.

Já o prazo médio do estoque da dívida subiu de 29,2 meses em junho para 30 meses em julho. O intervalo definido pelo Plano Anual de Financiamento é de 30 a 35 meses.

 

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