O consumidor brasiliense tem motivos para comemorar neste início de ano. É que, pela primeira vez desde que a Pesquisa Nacional da Cesta Básica do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) começou a ser feita (em 1985), o consumidor encerrou 2010 com o poder de comprar duas cestas básicas com o valor atual do salário-mínimo, de R$ 510.
Brasília, aliás, teve um aumento de apenas 5,15% no produto no ano passado, comparado com 2009, só perdendo para Aracaju (SE), cuja cesta básica sofreu aumento de 3,96% no período. O aumento ficou abaixo do Índice do Custo de Vida (ICV), calculado pelo Dieese, em 6,91%.
“Senti que os preços ficaram em conta. Com meu salário aproveitei bastante. O poder de compras até aumentou. Em relação aos supermercados, me queixo dos preços das frutas e verduras”, diz a aposentada Cândida de Almeida, 69 anos.
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