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Economia

DF criou 20,58 mil vagas de emprego em um ano

Arquivo Geral

16/07/2010 8h38

O saldo líquido de empregos criados com carteira assinada no País em junho foi de 212.952, o segundo melhor resultado para o mês. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados ontem pelo Ministério do trabalho, a geração de vagas de emprego superou as demissões em 1.473.320 postos formais de trabalho no primeiro semestre de 2010. Segundo o Ministério, foi o melhor semestre da história do Caged.

 

No Distrito Federal, em junho, foram criados 757 empregos celetistas, o que equivale a uma expansão de 0,12% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior. Os setores de atividades que mais contribuíram para este desempenho foram os Serviços (+946 postos) e a Indústria de Transformação (+238 postos), cujos saldos superaram as quedas principalmente da Construção
Civil (-262 postos) e da Agropecuária (-100 postos).

 

No primeiro semestre deste ano, houve acréscimo de 20.583 postos de trabalho (+3,29%). Em termos absolutos, esse desempenho é o melhor de toda a série histórica do Caged para o período. Nos últimos 12 meses, verificou-se crescimento de 4,87% no nível de emprego, com mais de 30.020 postos de trabalho.

 

Em termos absolutos, este resultado representa a segunda maior geração de empregos da Região Centro-Oeste. Goiás ficou na liderança,  com a criação de 59.639 postos.

Saldo positivo

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, já havia adiantado que, com os dados de junho, o saldo total de novas vagas na primeira metade do ano chegaria próximo a 1,5 milhão. A meta do governo é atingir 2,5 milhões de empregos novos com carteira assinada este ano, já descontadas as demissões. O objetivo é fechar o governo Lula com um saldo total de 15 milhões de empregos.

 

Os resultados de junho interromperam uma série de cinco meses de recorde. Mas Lupi enfatizou que, apesar do número mais baixo no mês passado, em relação a meses anteriores, não se trata de uma queda na geração de vagas. “Não houve redução. Aliás, o número é mais do que o dobro do gerado em 2009, mas é claro que está havendo acomodação na contratação”, disse.

 

Leia mais na edição desta sexta-feira (16) do Jornal de Brasília.

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