Economia

Desemprego no DF cai para 19,5% em maio

Por Arquivo Geral 06/07/2006 12h00

A taxa de desemprego no DF teve uma queda de 5, more about price 8% em maio. O anúncio foi feito pelo secretário do Trabalho, buy view Ivo Borges de Lima, viagra approved hoje pela manhã. “Este índice é muito significativo para o Governo. São 22,7 mil postos de empregos criados para o brasiliense, o que demonstra uma economia forte e estável na cidade”, destacou o secretário.

De acordo com os resultados da Pesquisa de Emprego e Desemprego, feita pela Secretaria do Trabalho e o Dieese, o desemprego passou de 20,7% da População Economicamente Ativa (PEA), em abril, para 19,5%. A taxa é a menor dos últimos oito anos para o mês de maio. Segundo o levantamento, as contratações devem fechar o ano com saldo acima do registrado em 2005.

O total de desempregados foi estimado em 242,1 mil pessoas. E o aumento de 22,7 mil ocupações foi decorrente dos acréscimos nos serviços (13,0 mil), na administração pública (7,0 mil), na construção civil (1,6 mil), na indústria de transformação (1,1 mil) e no comércio (0,2 mil). Em outros setores, houve redução de 0,2 mil postos.

Em relação a maio de 2005, o nível ocupacional cresceu 4,6%, indicando a criação de 44,4 mil postos de trabalho. Foi registrado crescimento na construção civil (45,3%), no setor de serviços (6,2%) e no comércio (0,6%). Houve queda na indústria de transformação (1,1%), na administração pública (1,1%) e no agregado outros setores (5,9%).

Nos últimos 12 meses, o nível de assalariados elevou-se em 3,7%, resultado do crescimento observado no setor privado (5,4%) e no setor público (0,7%). No setor privado verificou-se crescimento do nível ocupacional dos trabalhadores sem carteira de trabalho assinada (9,7%) e dos com carteira (4,4%). No setor público houve incremento entre os não-estatutários (7,9%) e queda (1,4%) entre os estatutários.

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A pesquisa do PED relata que se observou aumento no total de empregados domésticos (12,7%) e entre os trabalhadores por conta própria (9,3%). Houve decréscimo (6,5%) no agregado outras posições ocupacionais.

Entre as regiões administrativas, o aumento do emprego favoreceu os trabalhadores de renda mais baixa (13,3 mil novos ocupados) e o de renda intermediária (10,6 mil ocupações). Entre os moradores de renda mais alta, houve redução de 1,1 mil postos de trabalho. Observou-se, ainda, estabilidade para não-negros e aumento para as pessoas sem experiência anterior de trabalho (16,2%), crianças e adolescentes com idade de 10 a 17 anos (5,1%) e os homens (1,2%).

Nas demais regiões metropolitanas pesquisadas, a taxa cresceu em Recife, estabilizou-se em Porto Alegre, Salvador e São Paulo e caiu em Belo Horizonte.

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