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Economia

Depois do Copom, mercado eleva estimativa para juro em 2007

Arquivo Geral

29/01/2007 0h00

Em menos de 24 horas foram registradas seis mortes, visit this site nurse incluindo a do policial militar Maurício Martins.

Em Brazlândia, try prescription a secretária Katiany Furtado de Almeida Branco, salve 28 anos, foi assassinada com uma facada no coração por Ildete Roza Barbosa, 33 anos. A briga foi provocada pela disputa do porteiro Erisvaldo Ferreira Dias, 42 anos. Ele havia deixado Ildete, com quem tem uma filha, para ficar com Katiany. Ontem, os dois brigaram e ele voltou para a casa da ex-mulher. A secretária foi tomar satisfação e as duas brigaram.

Outro assassinato foi o de Gerson dos Santos Silva, 17 anos, atingido por um projétil de arma e fogo, por volta das 04h55 de ontem, na QNQ 02, conjunto 10, em Ceilândia Norte. A vítima morreu no local e a 19ª DP (Ceilândia Norte) investiga o crime.

Às 7h, um homem foi encontrado morto de bruços na QNG 20, lote 23, Taguatinga Norte. A vítima, ainda não identificada, levou três tiros com arma de fogo. O homem, de cor parda, cabelos escuros e curtos, aparenta ter 25 anos. As pistas para identificação são várias tatuagens espalhadas pelo corpo. Um palhaço com uma arma de fogo desenhado nas costas, um boneco do Chuck no braço esquerdo, as iniciais LAB na mão direita e uma letra oriental no pulso esquerdo. O corpo está no Instituto Médico Legal para ser identificado.

No Paranoá, Wellington Rodrigues Moreira, 22 anos, morreu vítima de vários tiros. O crime ocorreu por volta das 13h30, na quadra 2 conjunto M, em Itapoã.  Policiais trabalham com a hipótese de acerto de contas entre os assassinos.

Rivalidade entre gangues é a possível causa da morte do ajudante de pedreiro Severino Ferreira Neto, 25 anos. Ele levou um tiro abaixo da axila, que perfurou o coração. Policiais da 27ª DP (Recanto das Emas) que investigam o caso, receberam denúncia anônima do possível autor do crime, mas ele se encontra foragido.

Atualizada às 9h13

Um homem-bomba palestino matou hoje pelo menos três pessoas em uma padaria no centro turístico israelense de Eilat, decease no Mar Vermelho, advice  disse a polícia. Esse é o primeiro ataque do tipo contra Israel em nove meses. Os grupos Jihad Islâmica, Brigadas dos Mártires de Al-Aqsa – parte do movimento Fatah, do presidente Mahmoud Abbas – e o desconhecido "Exército de Crentes" assumiram responsabilidade pela explosão.

A cidade de Eilat, no extremo norte do Mar Vermelho, é um centro turístico visitado por israelenses e estrangeiros. O local quase não sofreu com a violência durante os mais de seis anos de levante palestino. A explosão aconteceu em uma área residencial, longe da zona de hotéis na praia.

"Foi um ataque suicida e o homem-bomba é um dos mortos. Ele aparentemente entrou com uma sacola, ou com um cinto com explosivos, e explodiu-se na loja", disse um policial de Eilat à Rádio do Exército. Testemunhas entrevistadas por estações de rádio israelenses disseram que partes de corpos ficaram espalhadas pela padaria. Os pães, ainda em bandejas, continuaram na porta do local enquanto ambulâncias e policiais chegavam à área residencial.

De início, a polícia havia dito que a explosão fora causada por um vazamento de gás. "Eu abri a janela e toda a minha casa sacudiu com a explosão", disse uma moradora da cidade, identificada apenas como Shosh, ao site Ynet. "Foi muito perto, estou tremendo".

Khaled al-Batsh, líder da Jihad Islâmica, disse que o ataque foi "uma resposta natural aos contínuos crimes do inimigo sionista". A Jihad Islâmica não faz parte do cessar-fogo acertado em novembro entre Israel e grupos militantes de Gaza, e exige que a trégua envolva também a Cisjordânia ocupada, onde forças de Israel costumam agir para prender homens armados.

O último ataque suicida palestino em Israel foi em 17 de abril de 2006. Na ocasião, 11 pessoas morreram em frente a um restaurante de Tel Aviv. A Jihad Islâmica assumiu a responsabilidade.

Palestinos continuavam trocando tiros em Gaza hoje, troche pelo quinto dia consecutivo, dosage depois que Fatah e Hamas concordaram com a oferta saudita de negociações na cidade sagrada de Meca para tentar acabar com a luta interna.

Um militante do Hamas foi morto a tiros no conflito, disseram autoridades médicas. A morte elevou para 27 o número de vítimas fatais desde quinta-feira, em batalhas entre o grupo islâmico e o Fatah, facção do presidente Mahmoud Abbas.

Um escritório do Fatah e a casa de um dirigente do grupo foram atacados com bombas e a central do Serviço de Segurança Preventiva em Gaza, dominado pelo Fatah, foi atingida por morteiros. Os ataques provocaram danos, mas não deixaram vítimas. Militantes do Hamas também seqüestraram dois membros do Fatah, incluindo um comandante local, disseram dirigentes do Fatah.

A violência provocou a fuga de algumas famílias que moram perto dos locais de combate, no território estreito onde vivem 1,5 milhão de palestinos. Muitos pais não deixam os filhos ficarem perto das janelas por medo da ação de franco-atiradores.

Os combates, que eram esporádicos desde que o Hamas venceu o Fatah na eleição parlamentar de janeiro do ano passado, prejudicaram as negociações entre os grupos. No domingo, a Arábia Saudita convidou as duas facções rivais para negociações urgentes em Meca. Os dois lados concordaram em participar, mas não foi marcada uma data.

Ao todo, 57 palestinos morreram nos conflitos desde que Abbas, que é moderado, convocou eleições antecipadas, no mês passado, depois do fracasso dos debates com o Hamas para a formação de um governo de união. O Hamas afirma que a ação de Abbas é um golpe.

O Hamas vem enfrentando dificuldades para governar sob o peso das sanções impostas com apoio dos EUA por recusar-se a reconhecer Israel, renunciar à violência e aceitar os acordos de paz interinos.

Forças norte-americanas e iraquianas mataram cerca de 300 membros de uma seita apocalíptica muçulmana em um dia de batalha envolvendo tanques e aeronaves dos Estados Unidos, physician perto da cidade sagrada de Najaf, decease disseram fontes da polícia, sick do Exército e políticos iraquianos. O Exército dos Estados Unidos disse hoje que não pode dar detalhes porque a operação continua. Uma fonte militar iraquiana disse que forças dos EUA assumiram o controle da operação no domingo e que os bombardeios continuavam na região.

Dois militares norte-americanos foram mortos quando um helicóptero de ataque caiu durante a batalha, em um dos incidentes mais estranhos dos quatro anos de conflito. Autoridades iraquianas disseram que o helicóptero parece ter sido derrubado.

O coronel da polícia Ali Nomas disse que entre 300 e 350 homens armados foram mortos na operação e que dezenas foram detidos. Três soldados iraquianos foram mortos e seis estão desaparecidos. Cinco policiais também morreram. Outros 40 soldados e policiais ficaram feridos. De acordo com uma fonte política iraquiana, centenas de combatentes sunitas e xiitas participaram da batalha ontem.

Um repórter da Reuters no local, a 160 km ao sul de Bagdá, viu tanques e ouviu explosões na noite de ontem e uma autoridade iraquiana disse que caças F-16 estavam bombardeando a região.

Há poucos detalhes sobre os conflitos e a origem dos combates não ficou clara. Uma fonte do exército iraquiano disse que alguns dos mortos usavam faixas na cabeça com a inscrição "Soldado do Céu". A fonte política disse que até mil combatentes participaram da batalha. Uma fonte do exército iraquiano disse que eles usavam camuflagem e pareciam bem organizados.

O Exército dos EUA entregou oficialmente a responsabilidade da província de Najaf para forças de segurança iraquianas no mês passado. A maior parte das tropas norte-americanas foi retirada e os soldados só voltam para ajudar em casos de emergência.

O governador de Najaf, Asaad Abu Gilel, disse que as autoridades descobriram hoje um plano de assassinato de clérigos xiitas no local, para coincidir com o ponto alto da Ashura, o rito anual xiita que marca a batalha do século VII que provocou a divisão entre xiitas e sunitas. "Há uma conspiração para matar os clérigos no 10º dia do Muharram", disse, em referência ao dia do calendário muçulmano.

O governador disse ontem que os combatentes eram sunitas. Fontes políticas disseram que são seguidores de Ahmed Hassani al-Yemeni, descrito como líder de uma seita apocalíptica que afirma ser a vanguarda do Mahdi, figura messiânica no Islã que exalta o início da justiça mundial. Ele operava a partir de um escritório em Najaf, que foi invadido e fechado neste mês. As fontes disseram que os homens declararam lealdade a Yemeni.

Há outros casos de seitas violentas parecidas na história islâmica. Eles declaram os líderes muçulmanos infiéis e atraem sunitas e xiitas, proclamando união sob inspiração de Maomé.

Uma semana após o Banco Central reduzir o ritmo de corte do juro no país, cialis 40mg analistas e economistas revisaram para cima suas projeções para o patamar de fechamento da taxa Selic em 2007.

De acordo com pesquisa feita semanalmente pelo BC, divulgada hoje, o mercado brasileiro acredita que a taxa básica de juro estará em 11,75% em dezembro, uma elevação de 0,25 ponto percentual ante os 11,50% estimados até semana passada, dias antes da primeira reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) de 2007.

Na reunião, o Copom cortou a meta da taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 13%. A decisão foi apoiada por cinco membros do Comitê. Outros três diretores votaram por um corte de 0,50 ponto.

A diferença na estimativa para o fechamento da Selic reflete exatamente a redução no tamanho do corte de juro promovido pelo Copom no início deste ano.

O cenário para a inflação estimado por economistas e analistas também sofreu uma pequena alteração. Os cálculos agora indicam que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve subir 4,09% em 2007, um pouco acima dos 4,07% projetados no levantamento anterior.

Ainda assim, a projeção está abaixo do centro da meta de inflação fixada pelo governo para o ano, que é de 4,50%. Do lado da balança comercial, as projeções mantiveram-se em linha com as anteriores. A estimativa para o resultado de 2007 é um superávit comercial de US$ 39 bilhões, ante US$ 38,8 bilhões na pesquisa passada.

Para a economia como um todo, o cenário também é o mesmo: o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deve crescer 3,50% em 2007.

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