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Economia

Cresce intenção de consumo das famílias, diz CNC

Arquivo Geral

22/05/2012 11h33

As famílias ficaram mais dispostas a consumir em maio, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) subiu 0,3% em relação a abril. Na comparação com maio do ano passado, a alta foi de 4,8%.

O nível de consumo atual teve crescimento de 1,3% ante abril. Em relação a maio de 2011, a alta foi de 5,7%, o que indica que as famílias estão dispostas a elevar o consumo nos próximos meses, informou a CNC.

Já a perspectiva de consumo teve alta de 1,6% em relação a abril e de 8,6% em relação a maio do ano anterior. Em relação ao momento para duráveis, houve piora de 1,6% na percepção dos consumidores ante abril, mas melhora de 8,1% frente a maio do ano passado. No subitem compras a prazo, houve melhora nas duas comparações: de 0,6% em relação a abril e de 3,4% em relação a maio de 2011.

A alta no ICF mostra que o aumento real da renda e o baixo nível de desemprego ainda mantém um otimismo do consumidor. No entanto, o elevado nível de endividamento das famílias ainda impede uma aceleração mais forte do consumo no ano, avalia a CNC.

As famílias ficaram mais otimistas em maio em relação à perspectiva profissional (+0,3% ante abril; e + 3,6% ante maio de 2011) e renda atual (+1,0% ante abril; e +3,6% ante maio do ano passado). Em relação ao emprego atual, houve ligeira piora na confiança das famílias em relação a abril, de -0,8%. Mas a percepção sobre o emprego melhorou em relação a maio de 2011, com alta de 1,3%.

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    22/11/2011 10h39

    A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) voltou a crescer em novembro, pelo segundo mês consecutivo. O índice registrou aumento de 0,3% em relação a outubro, chegando aos 137,5 pontos, informou hoje a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

    Na comparação com o mesmo período do ano passado, o ICF recuou 1,2%. No entanto, mesmo que em patamar inferior a 2010, os níveis de intenção de consumo seguem favoráveis neste momento de aproximação do Natal, de acordo com a CNC.

    Após um recuo em outubro, os componentes relacionados ao mercado de trabalho voltaram a ser a sustentação da intenção de consumo das famílias, que disseram estar mais confiantes tanto em relação ao emprego, quanto à perspectiva profissional e à renda.

    Entretanto, os consumidores se mostraram mais cautelosos quanto às compras a prazo, ao nível de consumo atual e às perspectivas para consumo. Na avaliação da CNC, esse resultado corrobora a expectativa da instituição de um menor crescimento das vendas de Natal em 2011, em torno de 5,6%.

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