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Economia

Conta subirá 7,23%. Quem gasta mais vai bancar quem consome menos

Arquivo Geral

25/02/2011 22h42

Sheila Oliveira

sheila.oliveira@jornaldebrasilia.com.br

 

O custo de vida no Distrito Federal está cada vez mais caro. A falta de um aumento real do salário-mínimo esse ano, somada aos reajustes dos serviços básicos, pode agravar a situação das classes C e D. Caso da tarifa de água que, em 2011, terá aumento de 7,23%, a partir de 1º de março. O índice foi aprovado ontem pela diretoria colegiada da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento (Adasa). Em termos reais, a alta acrescenta R$ 1,10 no valor da tarifa mínima, equivalente ao consumo de 10 metros cúbicos. Hoje, ela custa R$ 15,90 e na próxima terça-feira valerá R$ 17.

“Esse índice foi aprovado por unanimidade pela diretoria da Adasa. Para que o contribuinte entenda a conta, a Adasa propôs reajustar a tarifa em 5,91%, número medido pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo acumulado em 2010. “Incorporamos 0,54% relacionado aos investimentos que a Caesb fez em 2008 e 2009, mais 0,78% referente ao bônus-desconto, para os consumidores que economizaram água”, explica o diretor-presidente da Agência Reguladora, Vinícius Benevides.


Leia
a matéria na íntegra no Jornal de Brasília na edição deste sábado (26).

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