Economia

Consumo de energia sobe em agosto e atinge maior alta desde abril

Por Arquivo Geral 17/10/2006 12h00

O “Maníaco do Dedo”, diagnosis buy tarado que vem aterrorizando a Baixada Fluminense, foi expulso de uma casa pelo marido de uma mulher que seria a próxima vítima. O homem não quis se identificar, mas disse que tentou correr atrás do maníaco.

O “chupador de pés de mulheres”, como ele mesmo se descreve, agiu da mesma maneira de sempre, mas dessa vez foi surpreendido. Ao abrir a porta do quarto o marido levantou ainda sonolento e tentou alcançar o maníaco. O marido só foi à delegacia depois de ler uma matéria publicada no jornal Meia Hora.

Apesar da surpresa, o “Maníaco do Dedo” conseguiu levar alguns objetos da casa e deixar o bilhete obsceno. Mais duas vítimas registraram queixas na 58ª DP, responsável pelo caso. Elas, além de terem os dedos chupados, foram estupradas pelo invasor, de acordo com informações do site O Dia Online.

A polícia afirma que só estão esperando a Justiça conceder o pedido de prisão temporária para prender o “Maníaco do Dedo”.

Sensibilizada pelo teste nuclear norte-coreano, viagra 60mg a União Européia deu seu apoio hoje à imposição de sanções limitadas pela ONU contra o programa nuclear do Irã, depois de o governo iraniano ter rejeitado as condições para reabrir as negociações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os 25 ministros das Relações Exteriores da UE, reunidos em Luxemburgo, pediram medidas gradativas que segundo as autoridades teriam como alvo inicial pessoas e materiais envolvidos no enriquecimento de urânio pelo Irã. O Ocidente suspeita que o Irã esteja desenvolvendo armas nucleares, mas os iranianos dizem que só querem dominar a tecnologia para gerar energia elétrica com fins pacíficos.

Depois de quatro meses de negociações com o chefe de política externa da UE, Javier Solana, o Irã rejeitou a exigência da ONU para suspender o enriquecimento. "A recusa dos iranianos não nos deixa opção que não trilhar o caminho do Conselho de Segurança. O Conselho de Segurança deve adotar medidas gradativas e reversíveis proporcionais às atitudes iranianas", disse o ministro francês Philippe Douste-Blazy.

O ministro alemão, Frank-Walter Steinmeier, chamou o pedido de "primeiro passo nas sanções", mas ressaltou que a oferta européia de colaboração em troca do fim do programa continua sobre a mesa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em Nova York, o embaixador da França na ONU, Jean-Marc de la Sabliere, disse que as três potências européias (França, Grã-Bretanha e Alemanha) pretendem apresentar uma proposta de resolução do Conselho de Segurança quarta ou quinta-feira.

Os ministros europeus deixaram claro que o alarme causado pelo teste nuclear norte-coreano e suas implicações para outros países foram fatores decisivos para as medidas contra o Irã, embora seus interesses econômicos com os iranianos sejam bem maiores.

Para Mark Fitzpatrick, do Instituto Internacional para Estudos Estratégicos, com sede em Londres, a abordagem em relação ao Irã será mais amena que com Pyongyang.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A resolução de sanções sobre o Irã não será rápida e afiada como com a Coréia do Norte", disse ele, lembrando que, ao contrário dos norte-coreanos, os iranianos alegam que seu programa nuclear é pacífico.

Solana disse que as portas para as negociações continuarão abertas. "Acho que sempre há esperança, e gostaria que fosse possível recomeçar, mas depende do Irã aceitar as condições para dar início a negociações de verdade".

A Rússia e a China estavam reticentes sobre a imposição de sanções ao Irã, mas um diplomata europeu disse que elas haviam aceitado o princípio da abordagem gradual, como forma de aumentar a pressão.

Em Viena, um diplomata próximo à fiscalização da agência nuclear da ONU no Irã disse que os trabalhos de enriquecimento de urânio iranianos estão mais lentos que o imaginado. O Irã pretendia ter uma segunda cascata de 164 centrífugas de enriquecimento de urânio funcionando até o fim de setembro, mas isso não aconteceu, e a primeira cascata está fazendo apenas enriquecimentos espo rádicos, disse a fonte.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Legião da Boa Vontade (LBV) está oferecendo aos interessados com acima de 60 anos vagas em cursos de informática totalmente de graça. Nas aulas, approved que aconteceram às segundas-feiras, os idosos aprenderão a usar o computador e executar programas como o Windows, Word e Excel.

Para se inscrever, os interessados devem comparecer na sede da LBV (SGAS 915, lote 74). Mais informações pelo telefone: 0800-618090.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Cerca de 60 cidadãos norte-americanos participaram hoje de uma manifestação diante da embaixada dos EUA em La Paz, page para pedir a extradição do ex-presidente boliviano Gonzalo Sánchez de Lozada, refugiado em Washington.

O protesto, organizado por familiares das vítimas da chamada "guerra do gás", de 2003, foi realizado no terceiro aniversário da renúncia e fuga de Sánchez de Lozada e um dia depois de o presidente Evo Morales ter pedido a expulsão do ex-governante.

Os distúrbios de outubro de 2003 deixaram ao menos 67 mortos e 500 feridos, a maioria na cidade de El Alto, abrindo um ciclo de instabilidade que levou ao triunfo eleitoral de Morales, em dezembro passado.

Vestidos de preto e carregando cruzes brancas com os nomes dos mortos de outubro de 2003, os norte-americanos disseram que estavam "envergonhados e indignados" pela aparente proteção de Washington ao ex-governante boliviano, acusado de genocídio e crimes financeiros.

"Estamos aqui para exigir que o governo dos Estados Unidos cumpra o pedido formal do governo e do povo boliviano de notificar Gonzalo Sánchez de Lozada (e seus ex-ministros) Carlos Sánchez Berzaín e Jorge Berindoague", disse a porta-voz do grupo, Maggie Fogarty.

A justiça pediu há 16 meses que os EUA notifiquem Sánchez de Lozada sobre o processo contra ele, porém Washington não deu prosseguimento ao trâmite até agora.

Indignado pela demora, Morales pediu na segunda-feira aos EUA a expulsão de Sánchez de Lozada e anunciou uma campanha internacional em apoio à solicitação.

A extradição de Sánchez de Lozada é uma das promessas eleitorais de Morales e motivo de protestos quase semanais diante da embaixada norte-americana.

Uma falha operacional do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), cost empresa responsável pelo processamento das declarações do Imposto de Renda de 2006 (ano-base 2005), buy deixou 105 mil contribuintes de fora do quinto lote de devolução, page cuja restituição está disponível nos bancos desde ontem. 

A informação, divulgada hoje pela Receita Federal, frustrou as expectativas daqueles que já contavam com o dinheiro na conta bancária. O pagamento da restituição para esses contribuintes (7,31% do total de 1.435.311 restituições previstas para outubro) foi adiado para o dia 16 de novembro. Segundo a Receita, o valor da restituição será corrigido com base na Selic acumulada entre maio e outubro, mais 1% de novembro. 

Foi a primeira vez que tal tipo de falha ocorreu no histórico da devolução do Imposto de Renda. De acordo com a Receita, o problema com o pagamento só foi detectado após reclamações dos contribuintes, o que levou a instituição a pedir informações ao Serpro, que acusou a falha.

No quinto lote, liberado neste mês, seria pago um total de R$ 1,2 bilhão aos contribuintes com direito a restituição. Quem quiser obter mais informações sobre esse lote, deve acessar a página da Receita na internet (www.receita.fazenda.gov.br) ou ligar para 0300-789-0300 do Receitafone.

 

 

A Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI) anunciou hoje que 20 dos oito mil processos por compartilhamento de música de forma ilegal na internet serão contra brasileiros. Essa é a primeira vez que o Brasil entra em uma leva de processos da federação, cialis 40mg iniciado em 2004, e que este ano tem como alvo 17 países.

Segundo o presidente mundial da IFPI, John Kennedy, o Brasil é responsável por cerca de 5% do mercado ilegal de músicas baixadas pela internet e apenas 1% da parte legal. Uma pesquisa encomendada pela Associação Brasileira dos Produtores de Discos (ABPD) aponta que 1,1 bilhão de arquivos digitais de música foram baixados ilegalmente no ano passado.

“Sete em cada dez pessoas no mundo que baixam músicas na internet fazem de forma ilegal. Isso é uma apropriação do direito autoral. Se elas pagassem o valor correspondente a uma xícara de café, poderiam adquirir legalmente uma obra de arte para o resto da vida”, disse Kennedy. “No Brasil também sete em cada dez músicas vendidas são de artistas nacionais. É preciso permitir que a próxima geração da cultura tenha chance”, argumentou.

O diretor da ABPD, Paulo Rosa, explicou que as ações no país são contra pessoas que moram em regiões metropolitanas e colocam à disposição uma grande quantidade de música na internet pelo sistema de peer-to-peer (programas para baixar arquivos), em torno de três a seis mil músicas em média. 

“Essas serão as primeiras ações para que possam servir como uma mensagem clara de que não vale a pena fazer esse tipo de compartilhamento ilegal. Posteriormente, outros usuários, inclusive os responsáveis por crianças que adotem esses procedimentos ilegais, poderão ser alvo de processos”, disse Paulo Rosa.

No Brasil, os cálculos da ABPD apontam que a quantidade de músicas pirateadas pela internet corresponde anualmente a 75 milhões de CDs, além dos 40 milhões falsificados. Segundo Paulo Rosa, esses 115 milhões se contrapõem a um mercado legal de apenas 55 milhões de CDs. “Mais do que o dobro da música comercializada é ilegal no nosso país”, apontou. Esse cálculo é feito levando em consideração que cada CD tem 14 faixas de músicas. Se multiplicarmos 135 milhões por R$ 20, que é o preço médio de cada CD, dá para perceber o prejuízo”. 

O diretor da IFPI na América Latina, Raúl Vasquez, informou que o Brasil é o segundo maior mercado ilegal de música pirateada pela internet na região. O primeiro lugar fica com o México, responsável por cerca de 1,6 bilhão de downlods ilegais. Em terceiro lugar vem a Argentina, com 500 milhões, seguida do Chile, com 400 milhões. Ele informou ainda que o México e a Argentina também fazem parte da lista de processos deste ano.

 

 

 
O consumo de energia elétrica subiu 4, visit 3% em agosto em relação a um ano antes, prostate para 28.977 gigawatt-hora. Trata-se da maior alta desde abril, medicine informou a Empresa de Pesquisa Energética (EPE).

A classe comercial ficou acima da média nacional, com taxa de 6,4%. Responsável por 15,2% da energia consumida no país, o comércio puxou o crescimento total, principalmente na região Sudeste, que teve alta de 7,1% em relação a agosto do ano passado de vido a temperaturas mais elevadas.

Em segundo lugar, de acordo com nota divulgada pela EPE, ficou o consumo do agregado "outras classes", composto pelo consumo rural, poder público e iluminação pública, que consumiram 5,2% a mais em agosto.

A classe residencial, com representação de 23,9% do faturamento nacional, elevou em 3,4% o consumo de energia elétrica em agosto, frente ao mesmo mês do ano passado.

A exemplo do comércio, o Sudeste apresentou a maior alta nas residências, com crescimento de 3,7%. A região Centro-Oeste, com peso menor na composição geral, teve demanda 6,1% superior, e somente o Estado de Mato Grosso teve incremento de 15% no consumo, também motivado por temperaturas mais altas.

"Ao final de agosto de 2006, o número de unidades consumidoras residenciais atendidas pelos agentes distribuidores alcançou o total de 49,8 milhões, com crescimento de 4,1% ante agosto de 2005", informou o comunicado da EPE.

A classe industrial, que absorveu 45,8% de toda a energia elétrica consumida no país em agosto, registrou expansão de 3,8% em relação há um ano. O resultado foi influenciado pelos mercados das regiões Norte e Sul, que cresceram 9% e 5%, respectivamente.

Na região Sudeste, o consumo das indústrias acumulou o montante de 7.218 GWh em agosto, representando 54,4% da energia total fornecida ao setor. O crescimento da região foi de 3,1% no período.

No acumulado dos oito primeiros meses do ano, o consumo de energia subiu 3,9%. Os líderes foram os segmentos comercial e "outras classes", com respectivas altas de 4,1% e 4,4%. A classe industrial consumiu mais 3,8% de energia de janeiro a agosto e a residencial, 3,6%.






Você pode gostar