Sheila Oliveira
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Para a maioria dos brasileiros o mês de janeiro é o de pagar contas. É a fatura do cartão de crédito, o cheque especial, sem contar os gastos com material escolar e impostos obrigatórios como o IPVA e IPTU. Os brasilienses, no entanto, têm até abril para organizar o orçamento doméstico e quitar os débitos com o governo. E por que não planejar o investimento do que sobra para terminar 2011 com mais dinheiro no bolso?
De acordo com o Banco Central, por exemplo, a caderneta de poupança bateu o recorde de captação em 2010 e acumulou em 12 meses rendimento de quase 7%. De todas as aplicações do mercado, no ano passado, porém, a que teve maior rentabilidade foi o ouro (30,64%). A estratégia conservadora dos investidores foi a de evitar a desvalorização dos seus recursos. “Mesmo sendo mais segura, essa modalidade de investimento deve ser feita por pessoas que entendem de mercado”, alerta o economista César Bergo.
Mas, mesmo sem conhecimento técnico, é possível optar por modalidades que exigem disciplina e paciência. “A pessoa que passa a investir deve estar preparada para perder e ganhar. Sabendo que quanto maior o risco do investimento, maior também será o lucro do negócio”, aconselha Bergo.
A primeira regra para o investidor é estar livre de dívidas. “A pessoa deve ter consciência de que para aplicar dinheiro é necessário, antes de tudo, quitar os débitos. Além de aprender a controlar os gastos e cortar os supérfluos como a TV a cabo e outros”, explica o professor de Economia Bento Félix.
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