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Economia

Congresso no DF discute novidades e oportunidades de negócios

Arquivo Geral

04/08/2010 8h45

Bernardo Bittar

bernardo.bittar@jornaldebrasilia.com.br

 

 

De 18 a 20 de agosto, acontece o 22º Congresso da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel). Em sua terceira edição realizada na capital federal, a iniciativa visa dar uma força aos negócios de donos de bares e restaurantes não só da cidade, mas de todo o País.

 

Com o tema Novos Tempos, Novos Líderes, o encontro pretende debater os desafios e oportunidades do setor de alimentação fora do lar. Cerca de 1,5 mil congressistas deve participar desta edição do congresso, que espera um público aproximado de sete mil pessoas.

 

Atualmente o brasileiro gasta, em média, 31,1% de toda sua renda em alimentação fora de casa. Os empresários do setor calculam que este número pode chegar a 40% na época das Olimpíadas, em 2016. O setor gera seis milhões de empregos e equivale a 2,4% do Produto Interno Bruto do Brasil (PIB).

 

Em conjunto com o evento da Abrasel, acontece, também, a feira Restaurante Show, espaço para os envolvidos no setor encontrar novidades e até comprar objetos como fogão, cadeiras e itens necessários para começar ou reformar qualquer ambiente que envolva alimentos.

 

Contando com uma vasta programação técnica, a apresentação de novas oportunidades de mercado e de negócios estão entre os assuntos mais disputados por quem costuma frequentar as edições do congresso. Os workshops começam no dia 19. Entre os temas disponíveis no local serão ministradas dicas sobre Estratégias Competitivas na Panificação.

 

Gorjeta

 

Outros assuntos interessantes também prometem aparecer no fórum Gorjeta, e no modelo de negócio Lei do Inquilinato. Para fechar o dia haverá uma palestra sobre liderança e motivação, a cargo de Paulo Storani, consultor do filme Tropa de Elite.

 

De acordo com Sérgio Zulato, presidente da Abrasel, os shoppings ainda são uma boa pedida para quem quer abrir um negócio. “Você escolhe abrir um estabelecimento em um shopping center porque existe um fluxo muito grande de gente circulando por lá. É mais fácil atrair clientes, mas existem outros ótimos lugares para se abrir um bom negócio”, afirma.

 

 

Leia mais na edição desta quarta-feira (04) do Jornal de Brasília.

 

 

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