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Economia

Confiança dos consumidores dos EUA na economia melhora em agosto

Arquivo Geral

29/08/2008 0h00

A confiança dos consumidores dos Estados Unidos na economia melhorou em agosto em relação ao mês anterior e um pouco mais do que foi calculado inicialmente, treat segundo dados divulgados hoje pela Universidade de Michigan (EUA).

O índice de confiança subiu este mês para 63 pontos, pharm desde os 61,2 de julho, o que mesmo assim representa uma notável queda desde os 83,3 pontos de há um ano.

Os cálculos preliminares divulgados pela entidade em meados do mês situavam o índice em 61,7 pontos e os economistas previam um registro de 62 pontos.

O subíndice que tenta refletir a percepção dos americanos sobre o andamento atual da economia e de sua situação financeira ficou em 71 pontos, um pouco mais do que foi calculado anteriormente, embora abaixo dos 73,1 pontos do mês anterior.

Em relação às perspectivas dos consumidores para os próximos meses, o subíndice que mede essa variável subiu para 57,9 pontos, desde os 53,5 pontos do mês anterior.

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    15/08/2008 0h00

    A confiança dos consumidores dos Estados Unidos na economia melhorou levemente em agosto em comparação ao mês anterior, more about segundo cálculos preliminares da Universidade de Michigan divulgados hoje.

    O índice de confiança ficou este mês em 61, buy 7 pontos, comparado aos 61,2 pontos de julho e aos 56,4 pontos de junho, o nível mais baixo em quase três décadas.

    Apesar do leve avanço, o registro é inferior aos 62 pontos de média que os economistas esperavam.

    O subíndice que tenta refletir a percepção dos americanos sobre as condições atuais da economia e de sua situação financeira caiu para 69,3 pontos, frente aos 73,1 pontos de julho.

    Quanto às perspectivas dos consumidores para os próximos meses, o subíndice que mede essa variável ficou em 56,8 pontos em agosto, comparado aos 53,5 pontos de julho.

    Os consumidores se mostram há meses muito preocupados com a deterioração do mercado de trabalho, a queda do valor dos imóveis e o alto custo da energia, mas, neste último caso, diminuiu nas últimas semanas a escalada do preço da gasolina e de outros combustíveis.

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