O índice mensal calculado pelo Conference Board subiu de 50,6 pontos em novembro para 52,9 pontos neste mês – a previsão dos economistas era que chegasse a 53 pontos.
O subíndice relativo às condições atuais da economia caiu para 18,8 pontos em dezembro. Em novembro, ele ficou em 21,2 pontos.
Já o subíndice que reflete as expectativas dos consumidores quanto à evolução da economia para daqui a seis meses subiu de 70,3 pontos no mês passado para 75,6 em dezembro.
A diretora do centro de pesquisas sobre o consumidor do Conference Board, Lynn Franco, ressaltou em comunicado de imprensa que esse último subíndice chegou em dezembro ao nível mais alto em dois anos, enquanto que o correspondente à situação presente da economia permanece no patamar mais baixo desde fevereiro de 1983.
Franco também destacou que, no relativo à evolução de sua renda, os consumidores “se mantêm pessimistas quanto a suas perspectivas no curto prazo e isso provavelmente continuará desempenhando um papel-chave em suas decisões de despesas no início de 2010”.
Um total de 46,6% dos entrevistados considera que as condições atuais para negócios são “ruins”, mais do que os 44,5% que tinham essa impressão em novembro. Já 48,6% dos consultados afirmam que é “difícil” conseguir trabalho, número abaixo dos 49,2% que tiveram tal opinião no mês passado.
Para os próximos seis meses, 21,3% consideram que a situação econômica vai melhorar, contra 19,7% em novembro. Além disso, aumentou de 15,8% no mês passado para 16,2% em dezembro a proporção de consultados que espera um aumento na oferta de emprego nos próximos meses.
A percentagem de entrevistados que espera um crescimento em sua renda caiu de 10,9% em novembro para 10,3% em dezembro.
O Conference Board baseia sua análise nas respostas recolhidas de uma amostra de cinco mil famílias americanas. O último dia de consultas foi 21 de dezembro.