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Economia

Confiança do Comércio cresce 2,2% em março e atinge 5ª alta seguida, mostra CNC

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) cresceu 2,2% em relação a fevereiro, já descontadas as influências sazonais, o quinto aumento consecutivo.

Redação Jornal de Brasília

30/03/2026 12h02

natal deve impulsionar 3,8 mil contratações temporárias no comércio do df créditos vítor ventura (2) (1)

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Os comerciantes brasileiros ficaram mais otimistas em março, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) cresceu 2,2% em relação a fevereiro, já descontadas as influências sazonais, o quinto aumento consecutivo.

O índice ficou em 107,0 pontos, na zona de satisfação, acima de 100 pontos. O resultado representa o maior nível desde janeiro de 2025. Na comparação com março de 2025, o Icec subiu 4,9%.

Na passagem de fevereiro para março, o componente de avaliação das condições atuais aumentou 4,6%, com altas nos itens economia (6,8%), empresa (3,0%) e setor (4,8%). O componente das expectativas subiu 1,4%, com elevações nos quesitos economia (2,2%), setor (1,1%) e empresa (0,9%). O componente das intenções de investimentos teve elevação de 1,5%, com altas nos itens investimentos na empresa (0,9%), contratação de funcionários (1,4%) e estoques (2,2%).

Segundo a CNC, há um clima de cauteloso otimismo no setor em meio a um cenário de instabilidade global.

“Percebemos confiança entre empresários e empresárias que, com dedicação diária, seguem impulsionando seus negócios. É essa resiliência que nos faz acreditar em dias melhores para a economia brasileira, sobretudo com a construção de políticas públicas que assegurem um ambiente mais estável e favorável ao empreendedorismo”, declarou o presidente da CNC, José Roberto Tadros, em nota à imprensa.

Quanto à confiança por setores varejistas, o resultado foi mais acentuado em março entre os comerciantes de bens de consumo semiduráveis (roupas, calçados e acessórios), alta de 2,3% em relação a fevereiro. A confiança do setor de bens duráveis (eletrônicos e veículos) teve expansão de 2,1% em março ante fevereiro, enquanto a do segmento de bens não duráveis (supermercados e farmácias) registrou um avanço de 1,3%.

Estadão Conteúdo.

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