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Economia

Confiança de empresa e consumidor cai na zona do euro

Arquivo Geral

29/09/2011 8h44

As empresas e os consumidores dos 17 países da zona do euro se tornaram muito mais pessimistas em setembro, com a intensificação da crise da dívida soberana. A Comissão Europeia divulgou hoje que seu Indicador de Sentimento Econômico para a zona do euro caiu pelo sétimo mês seguido, para 95,0 pontos, de 98,4. Economistas previam uma retração menor, para 96,0.

O enfraquecimento da confiança em todos os setores empresariais e entre os consumidores sugere que a economia vai continuar a desacelerar nos próximos meses, e que a crise fiscal deve afetar o crescimento mesmo de países não diretamente envolvidos.

Entre as maiores economias da zona do euro, a redução mais acentuada no sentimento econômico foi verificada na Itália, onde o indicador recuou para 89,0, de 94,1.

O índice de confiança no setor industrial caiu para -5,9 em setembro, de -2,7 em agosto. A previsão era de -5,0. O indicador do setor de serviços recuou para zero, de 3,7, e no setor de varejo o indicador caiu para -9,8, de -8,7. No setor de construção a confiança caiu para -26,0, de -23,4. Em todos os setores, as empresas registraram queda nas novas encomendas, incluindo nas encomendas para exportações.

O indicador da Comissão Europeia para confiança do consumidor caiu para -19,1 em setembro, de -16,5 em agosto, com os moradores da zona do euro mais pessimistas em relação à previsão para a economia e mais temerosos de perderem seus empregos. Economistas previam que o índice recuasse para -18,9.

A pesquisa também mostra que as empresas esperam elevar seus preços em um ritmo mais lento do que o anteriormente previsto, e os consumidores também esperam que os preços subam mais devagar. As informações são da Dow Jones.

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    Arquivo Geral

    30/08/2011 7h53

    O empresariado e os consumidores da zona do euro se tornaram significativamente menos confiantes sobre suas perspectivas em agosto, segundo dados da Comissão Europeia. O índice de sentimento econômico caiu para 98,3, de 103,0 em julho. Essa foi a leitura mais fraca desde março do ano passado e ficou abaixo da previsão dos economistas ouvidos pela Dow Jones, que era de 100,5.

    O sexto mês seguido de declínio no indicador é mais uma evidência de que a economia da zona do euro está se desacelerando e sugere que o Banco Central Europeu (BCE) será imprudente se elevar a taxa de juros pela terceira vez neste ano – embora a inflação permaneça acima da meta.

    O índice de confiança do consumidor também se deteriorou, porém menos do que o esperado, para -16,5 em agosto, de -11,2 em julho, o resultado mais baixo desde junho do ano passado. Economistas previam uma queda para -16,6.

    Entre o empresariado, o índice de confiança da indústria caiu para -2,9 em agosto, de +0,9 em julho, a leitura mais fraca desde julho do ano passado e abaixo da estimativa dos economistas de -2,0. O índice de confiança do setor de serviços diminuiu para 3,7, de 7,9, o menor nível desde junho do ano passado.

    Também houve queda no índice de clima para negócios, para 0,07 em agosto, de 0,44 em julho. Esse foi o resultado mais baixo desde março do ano passado e ficou abaixo das estimativas, que eram de 0,18. O indicador sobre o sentimento no comércio varejista recuou para -8,7 em agosto, de -3,6 em julho, também o menor nível desde março do ano passado.

    O único indicador que mostrou melhora foi o de confiança do setor de construção, que subiu para -23,3 em agosto, de -24,3 em julho. As informações são da Dow Jones.

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